Quem chega à Polícia Científica de Foz do Iguaçu logo percebe que, além dos servidores, outros moradores muito especiais fazem parte da rotina do local. Sem uniforme, mas com muito carisma, três mascotes conquistaram espaço e carinho entre os profissionais que atuam diariamente na unidade.
O que começou como uma busca por abrigo e alimento acabou se transformando em uma história de afeto. Os gatos Filhinha e Filhinho, além da cadela Nega, foram acolhidos pelos servidores e hoje são considerados parte da equipe.
Entre perícias, investigações e atendimentos, os animais ajudam a tornar o ambiente mais acolhedor. Os momentos de interação com os mascotes se transformaram em uma pausa importante na rotina dos profissionais, que convivem diariamente com situações delicadas.
Os gatos vivem nas dependências do Instituto Médico Legal (IML), onde recebem cuidados constantes dos servidores. Em um ambiente frequentemente associado à dor e à tristeza, a presença dos animais contribui para trazer mais leveza ao dia a dia de quem trabalha no local.
Já a cadela Nega circula pela sede da Polícia Científica e se tornou uma figura conhecida entre os funcionários. O animal recebe atenção especial da equipe e desenvolveu uma relação de confiança com os profissionais que atuam na unidade.
A história dos mascotes também serve de exemplo sobre a importância da adoção responsável e do cuidado com os animais. Resgatados e acolhidos, eles encontraram não apenas um lugar seguro para viver, mas uma verdadeira família.
Hoje, Filhinha, Filhinho e Nega fazem parte da rotina da Polícia Científica e ajudam a mostrar que, mesmo em ambientes marcados por investigações e perícias, sempre há espaço para companheirismo, cuidado e afeto.