A demora para o início das obras do novo Terminal Metropolitano de Londrina tem provocado reclamações frequentes de passageiros do transporte coletivo. O antigo prédio do local foi completamente demolido e o terreno cercado por tapumes em fevereiro, porém nenhuma máquina ou movimentação de operários é vista no local.
A previsão inicial das autoridades apontava que o canteiro de obras começaria a funcionar entre os meses de junho e julho, após a fase de elaboração dos projetos de engenharia. Enquanto a construção não sai do papel, os usuários de transporte intermunicipal dependem de pontos de ônibus improvisados e sem proteção adequada contra as intempéries.
Passageiros que utilizam as linhas rumo a municípios vizinhos e ao distrito do Ana Rosa denunciam a presença de buracos, poças d'água e falta de segurança no período noturno. A gestão do sistema de transporte público na RML (Região Metropolitana de Londrina) envolve articulação com a AMEP (Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná).
O planejamento das intervenções urbanas e a fiscalização de acessibilidade nos pontos de parada contam com normas do CREA-PR (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná).
As diretrizes sobre transporte intermunicipal de passageiros e permissões de tráfego na malha estadual são fiscalizadas pelo DER-PR (Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná).
A liberação de recursos orçamentários e supervisão técnica de infraestrutura contam com a participação da SEIL (Secretaria de Infraestrutura e Logística do Paraná).
A obra, considerada essencial para a mobilidade urbana regional, tem previsão oficial de conclusão e entrega para o início de 2028.