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Paraná é o principal produtor nacional de frangos e responsável por grande exportação

05 jul 2022 às 13:41

Hoje o Grupo Tarobá de Comunicação começa a exibir uma série especial de reportagens sobre a produção brasileira de proteína animal. O Brasil é o principal produtor e exportador de diversos tipos de carne, e hoje o tema é frango. O Paraná é o principal produtor nacional e consegue ser competitivo mantendo tradições dos pequenos criadores.


É frango que não acaba mais, aviários lotados com milhares pássaros com comida e água em abundância. Foi dentro de estruturas como essas que o Paraná se tornou destaque e hoje alimenta milhões de pessoas no mundo todo. Em Medianeira no interior do estado a família da josepina investiu pesado, cerca de três milhões de reais para sair da pecuária bovina e instalar três aviários com capacidade para 100 mil frangos. A cada 45 dias a cooperativa a qual ela é filiada busca as aves entregando mais pintinhos e ração. Cerca de um milhão de aves por ano, e com objetivo de aumentar ainda mais.


Em uma cooperativa de Matelândia, no oeste do Paraná, ao todo são 470 mil animais processados por dia. Parte do trabalho é automatizado e a outra parte depende da mão de obra de pouco mais de nove mil funcionários.


Essa é apenas uma das dezenas de cooperativas que trabalham na produção de frango do Paraná. Somente em 2021 o Brasil produziu pouco mais de 14 milhões de toneladas de carne de frango, um mercado de quase 110 bilhões de reais. O paraná é líder disparado, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal o estado responde por 35% da produção brasileira e por boa parte das exportações. Produção de primeiro mundo com problemas de terceiro, hoje para o setor o maior entrave é a logística.


Passar pelo galinheiro é a primeira tarefa do dia no sítio da dona Lucia. Por lá eles tem cerca de 50 galinhas e galos, criados do jeito tradicional, caipira. O galinheiro é dividido, de um lado eles separam os animais que foram escolhidos para engorda, esses recebem quirera e água em abundância e porque não um pouco de milho extra.


Confira mais detalhes na reportagem exibida no Jornal Tarobá 1ª Edição.

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