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Pastoral Política da Arquidiocese de Cascavel inicia atividades de 2026

17 jan 2026 às 12:01

A Pastoral Política da Arquidiocese de Cascavel realizou, na manhã deste sábado (17), sua primeira atividade de 2026. O encontro ocorreu na associação de moradores do Bairro Santa Cruz, marcando o início da caminhada cidadã deste ano.


Entre os membros presentes, estiveram os mandatários: Henrique Mecabô, vice-prefeito; Tiago Almeida, presidente da Câmara; Marcio Pacheco, deputado estadual; e os vereadores Carlos Xavier, Sadi Kisiel e Sidinei Mazzutti. O pároco da Paróquia Santa Cruz, Padre Lucas Ruzicki, e o seminarista Guilherme Biondaro, colaborador paroquial, também estiveram presentes e participaram do encontro pastoral.


A reunião teve como principal foco a apresentação do calendário de ações de 2026 e alinhamentos gerais sobre a atuação da Pastoral. Neste ano, há previsão de eventos mensais com foco em formação cidadã, além de atividades complementares, como interação com associações e conselhos municipais.


“Teremos um ano de muitas ações que serão conduzidas com muita responsabilidade e sempre de acordo com a missão evangelizadora da Igreja. A Pastoral Política tem se consolidado como uma iniciativa que contribui na conscientização, na formação, no engajamento cidadão e na promoção dos princípios da Igreja”, comenta o coordenador da Pastoral, Olavo Santos.


No dia 29 deste mês, em formato on-line, a aula inaugural terá como tema a “Doutrina Social da Igreja – Ética Pública e Serviço ao Bem Comum”. Já no dia 19/02, um painel, em formato híbrido, vai tratar sobre o funcionamento das políticas públicas. Em março, a Pastoral proporcionará uma mesa-redonda com o tema: “Dignidade Humana e Política: o que a Igreja ensina?”.


Em abril, no dia 11, um seminário rápido, também em formato on-line, tratará sobre ética, transparência e controle social. Em maio, uma oficina prática pretende esclarecer a população sobre a identificação de fake news políticas. Será no dia 14, em formato híbrido. O calendário prevê para junho um painel cidadão sobre direitos, políticas e participação popular. Em julho, a atividade será uma roda de conversa sobre pobreza, fome e caridade política.


A Pastoral organizará também, em agosto, uma aula pública sobre o funcionamento das eleições, com o objetivo de orientar as demais pastorais e a comunidade. Em setembro, já com o período eleitoral bastante intenso, o foco será fomentar o diálogo e a paz durante o pleito, com uma mesa-redonda no dia 11. Em outubro, mês das eleições, o evento deve tratar sobre os passos após os resultados eleitorais, pensando no bem comum.


“É importante destacar que teremos, para além das atividades mensais, frentes de trabalho complementares, permitindo trabalhos contínuos pelo bem comum. Estamos com uma expectativa positiva sobre a atuação com os conselhos comunitários e associações, permitindo uma ampliação relevante da contribuição da Igreja com a comunidade”, avalia Olavo.


A Pastoral finaliza, em novembro, suas atividades programadas.