A substituição das três passarelas de madeira interditadas no Lago Igapó, em Londrina, permanece sem um cronograma definido para execução. Apesar de os projetos estarem concluídos e os recursos garantidos desde agosto do ano passado, a prefeitura aguarda licenças do Instituto Água e Terra (IAT) para iniciar os trabalhos no local. As atuais estruturas de madeira apresentam avançado estado de apodrecimento, o que motivou o bloqueio das passagens para garantir a segurança da população.
Segundo o secretário de Obras e Pavimentação, Otávio Gomes, o novo projeto prevê a reconstrução total das pontes utilizando fundação de concreto e treliças metálicas tratadas. "São obras que vão vir para revitalizar 100% daquelas passarelas; as passarelas não vão mais ser de madeirinha, que causam bastante manutenção", afirmou o secretário. Ele ressaltou que as novas estruturas devem durar "dezenas e dezenas de anos".
Além da durabilidade, as novas passarelas contarão com adequações de acessibilidade. "Nós vamos ter um grande trecho interno do Lago 2 com acessibilidade, o que é fantástico", destacou Gomes. O investimento de R$ 3 milhões foi obtido junto ao governo estadual por meio do programa Paranacidades.
Segundo a Secretaria de Obras, a demora atual deve-se à necessidade de um inventário local exigido pelo IAT, por se tratar de intervenção em um corpo hídrico.