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Prefeitura vistoria áreas alagadas por chuvas na região do Igapó e estuda medidas

Além de trabalhos de manutenção nas redes de galerias pluviais, haverá intervenções iniciais nas áreas dos lagos e no Ribeirão Cambé
24 jan 2025 às 19:35
Por: Assessoria de Imprensa

Na tarde desta sexta-feira (24), uma equipe técnica da Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação (SMOP) percorreu toda a região do Aterro do Lago Igapó para avaliar os pontos que sofreram alagamentos, ontem (23), por conta das chuvas. A vazão de água alcançou áreas de vegetação, lazer, pistas de caminhada e vias públicas. O titular da pasta, Otávio Gomes, esteve em campo com engenheiros observando as áreas de fluxo de água existentes ao longo da rua Joaquim de Matos Barreto, desde a avenida Maringá, no Lago 2, até a rua Prefeito Faria Lima, sentido Lago 3 e zona oeste.


A passagem do grupo da Prefeitura ocorreu por locais como o Ribeirão Cambé, que corre por essa abrangência, bem como os lagos Igapó 3 e 2. Com a verificação inicial destes locais, foram constatadas algumas situações e compiladas possíveis alternativas de intervenção pontuais para a elaboração de um plano de atuação preventivo a novos episódios de chuvas intensas. As primeiras providências já estão sendo tomadas e as ações práticas começarão na próxima semana.


Essa região da cidade sofre com a ocorrência de alagamentos há muitos anos, devido à posição geográfica dos lagos que compõem o ramal do Igapó. As águas da chuva descem no sentido do Aterro vindas das áreas residenciais e comerciais tanto a partir da avenida Maringá quanto da Gleba Palhano, bairro de grande densidade populacional que cresceu vertiginosamente nas últimas décadas.


Além disso, há o fluxo contínuo de águas pluviais do Lago 3 no sentido Cambé-Londrina, paralelamente à rua Faria Lima e que chegam até o Aterro, seguindo, posteriormente, até o Lago 2, sentido avenida Higienópolis. Já do Ribeirão Cambé, que passa pelo trajeto do Aterro, as águas também sobem de nível e extravasaram para o meio dessa área pública natural e de lazer, onde ficam os campos de futebol, gramados, parquinhos e ciclovias. Nessas situações, o sistema de galerias pluviais acaba ficando sobrecarregado e não suporta o volume de água.


Na visita de hoje (24) ao local ficaram constatados, segundo o secretário municipal de Obras, Otávio Gomes, pontos iniciais importantes. Um deles é que o Ribeirão Cambé tem locais bastante obstruídos por árvores caídas, onde também foram criadas ‘ilhas artificiais’ com vegetação em momentos anteriores à atual gestão municipal.

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A partir desse primeiro olhar, Gomes informou que precisará ser realizado um estudo topográfico amplo, propiciando um levantamento fidedigno desde o vertedouro de águas do Lago 2 para o Lago 1, chegando também no escoamento do Lago 3 para o Aterro. “Com essas ferramentas, entenderemos como a água se comporta e como é o movimento em um momento de crise pluviométrica localizada como houve ontem (23). Nesse início de gestão já vamos olhar atentamente para todos estes problemas e buscar as respostas e soluções. Porém, é preciso trabalhar com bastante cuidado, a fim de evitar um ‘efeito cascata’ decorrente de alguma intervenção mal calculada”, pontuou.


Paralelamente a isso, a SMOP protocolará ainda nesta semana um pedido de licença ambiental junto à Secretaria Municipal do Ambiente (Sema), para que seja possível operar com máquinas para uma limpeza no Ribeirão Cambé (no ‘miolo’ do Aterro). Em um próximo evento de chuvas intensas nesta região, a Secretaria também fará uma verificação em campo para acompanhar a formação de alagamentos.


A Prefeitura também fará um ‘pente fino’ nas áreas de galerias pluviais para identificar possíveis pontos falhos nos ramais de drenagem. Na segunda-feira (27), a partir das 9h, a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) irá até o local para uma vistoria, a fim de detectar situações que exijam intervenções mais urgentes como desobstrução de bueiros e reparos em estruturas de escoamento de água.



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