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Reajuste nos medicamentos preocupa consumidores e pode chegar a 4,6%

23 mar 2026 às 12:34

Os preços dos medicamentos devem subir em todo o país, e o aumento já começa a preocupar muita gente. O reajuste, autorizado pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, pode chegar a 4,6% e deve impactar principalmente quem depende de remédios de uso contínuo.


O reajuste é aplicado de forma nacional e vale para todos os medicamentos comercializados no Brasil. Para quem utiliza remédios de forma eventual, o impacto pode ser menor. No entanto, para pacientes que fazem uso contínuo, o aumento pesa no orçamento.


É o caso do aposentado Seu José, que faz tratamento de saúde e precisa de medicamentos para o coração. Para evitar ficar sem os remédios, ele costuma manter sempre uma caixa reserva em casa e, diante do reajuste, já se prepara para antecipar a compra dos produtos antes da aplicação dos novos preços.


O reajuste anual dos medicamentos é uma prática regulada no país. O cálculo leva em consideração a inflação oficial, medida pelo IPCA, além de fatores como produtividade da indústria e custos do setor farmacêutico.

Apesar de ser um procedimento recorrente, a atualização dos preços afeta diretamente o bolso da população — principalmente idosos, que, em geral, necessitam de tratamentos contínuos e utilizam mais medicamentos no dia a dia.


Diante desse cenário, especialistas orientam que consumidores se organizem e, quando possível, pesquisem preços e planejem a compra para reduzir o impacto no orçamento familiar.

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