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Segundo suspeito de matar empresário no Jardim Columbia é preso

07 nov 2026 às 13:14

A Polícia Civil prendeu o segundo suspeito de envolvimento no assassinato do empresário Jorge Vinicius Dauage, de 30 anos, em Londrina. Rafael Francisco dos Santos, de 32 anos, foi detido neste sábado (7), durante o cumprimento de mandados de prisão temporária e de busca e apreensão.


De acordo com a investigação, Rafael é suspeito de participar do planejamento do homicídio e teria recebido a arma utilizada no crime após os disparos. O outro investigado é Paulo Henrique Santos de Oliveira, de 29 anos, apontado pela polícia como o autor dos tiros.


Segundo a Polícia Civil, os dois homens eram próximos da vítima. Rafael, inclusive, teria comparecido ao velório do empresário. A investigação também apura a possibilidade de que os suspeitos tivessem pendências financeiras com Jorge Vinicius, o que pode ter relação com a motivação do assassinato.


Os dois investigados estão presos temporariamente, pelo prazo de 30 dias. A defesa informou que, neste momento, não pretende apresentar pedidos para que eles respondam ao processo em liberdade.


A motivação do crime e a participação de cada investigado ainda serão esclarecidas no decorrer da investigação.


Relembre o caso

Jorge Vinicius Dauage foi morto a tiros no dia 16 de outubro, em frente à própria residência, no Jardim Columbia, na zona oeste de Londrina. O empresário saía de casa para trabalhar quando foi atingido por pelo menos seis disparos.


Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o atirador chegou ao local em uma motocicleta e efetuou os tiros. A vítima morreu ainda no local.


Durante as investigações, a Polícia Civil identificou Paulo Henrique Santos de Oliveira como suspeito de executar o crime. Ele se apresentou na Delegacia de Homicídios acompanhado de um advogado, ocasião em que teve o mandado de prisão temporária cumprido.


A motocicleta que teria sido utilizada no assassinato foi localizada na residência da sogra de Paulo. A defesa confirmou que o suspeito tinha negócios com a vítima, mas não esclareceu se havia desentendimentos entre eles.

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