Os servidores da 17ª Regional de Saúde denunciam as condições estruturais do prédio da seção de assistência farmacêutica, localizado na Avenida Tiradentes, zona oeste de Londrina. Infiltrações, fios soltos e água escorrendo próximo à uma caixa de energia são as principais reclamações.
O imóvel é cedido pela UEL (Universidade Estadual de
Londrina) e, de acordo com os trabalhadores, os problemas persistem há três
anos. A preocupação é com os materiais de alto custo, além dos trabalhadores.
Em fevereiro de 2024, o teto chegou a ceder e parte do
estoque de medicamentos precisou ser transferido para sede da farmácia do
Paraná, que fica no centro da cidade. Desde então, de acordo com o Gilson, o
espaço foi interditado e permanece fechado. Um ano depois, outra transferência
precisou ser realizada.
O sindicato entrou em contato com a 17ª Regional de Saúde e
solicitou reuniões, mas até o momento não tiveram retorno. Gilson ainda conta
que equipes da Defesa Civil e engenheiros foram até o local e constataram as
irregularidades, mas até então nada foi feito. Os servidores pedem providência.
A equipe de produção da Tarobá entrou em contato com a Sesa
(Secretaria Estadual de Saúde) e com a sede da regional, mas ainda aguarda
retorno sobre o caso.