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Síndromes respiratórias lotam PAI e gera filas em hospitais

27 mai 2026 às 12:32

A recente queda das temperaturas acendeu um alerta na saúde pública e provocou um aumento expressivo na procura por atendimento médico hospitalar. A combinação do clima frio com o avanço de síndromes respiratórias gerou queixas de superlotação e longas filas de espera, afetando principalmente o PAI (Pronto-Atendimento Infantil).


De acordo com o monitoramento em tempo real feito no local, a unidade chegou a registrar mais de 50 pacientes simultâneos na fila aguardando o atendimento médico. O fluxo intenso reflete o cenário epidemiológico sazonal: nas últimas 24 horas, o hospital contabilizou impressionantes 616 atendimentos realizados, sobrecarregando as equipes de triagem e o corpo clínico.


O tempo médio de espera varia conforme a gravidade estipulada pelo protocolo de Manchester:


  • Risco alto (urgente): Média de 53 minutos de espera.


  • Risco intermediário: Mais de 100 crianças aguardando, com tempo estimado em 1 hora e 10 minutos.


  • Baixa prioridade: Média de 1 hora e meia para o início do atendimento.


  • Reavaliação médica: Mais de 200 crianças cadastradas no sistema para retorno.


Apesar do grande volume visual de pessoas aguardando no saguão, relatos de mães que buscavam socorro para os filhos indicam que o fluxo começou a apresentar uma leve melhora em comparação ao início da semana, quando o pico de superlotação hospitalar foi ainda mais crítico.


Diante do cenário de alta demanda e pressão sobre o sistema de saúde, a prefeitura local anunciou que já adotou medidas emergenciais para tentar minimizar o tempo de espera nas unidades. Paralelamente, as autoridades reforçam a importância de ampliar a cobertura vacinal do público infantil contra a gripe e outras doenças respiratórias para evitar o agravamento de casos e diminuir a pressão nos prontos-socorros.

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