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Superlotação no HUOP: mais de 40 pacientes aguardam por cirurgias no pronto-socorro

Pronto-socorro do hospital, referência para 91 municípios, opera acima da capacidade, com pacientes aguardando procedimentos por semanas e impacto direto sobre famílias de toda a região
04 fev 2026 às 10:46
Por: Portal Tarobá

O Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HUOP), em Cascavel, enfrenta uma situação crítica de superlotação no pronto-socorro. Referência para 91 municípios das regiões oeste, sudoeste e noroeste do estado, a unidade convive com um cenário crônico que compromete o atendimento e afeta milhares de pessoas que dependem do hospital.


Atualmente, o pronto-socorro conta com 96 pacientes internados, dos quais mais de 40 aguardam cirurgia. O setor de ortopedia é o mais afetado, com pacientes à espera de procedimentos cirúrgicos há mais de 20 dias, enfrentando dores intensas e permanecendo em corredores lotados. A unidade recebe, em média, 18 novos pacientes por dia que necessitam de cirurgia e, apesar de mutirões de fim de semana realizarem cerca de 32 procedimentos, a fila não é zerada devido ao alto volume de entrada.


A maior parte dos atendimentos está relacionada a traumas graves, que representam entre 65% e 70% dos casos, causados principalmente por acidentes de trânsito e violência urbana, como ferimentos por armas e agressões. O fim de contratos com empresas terceirizadas responsáveis por cirurgias eletivas também contribuiu para o agravamento da situação, já que esses serviços auxiliavam na redução da demanda reprimida.


Como perspectivas para amenizar a crise, o Governo do Paraná sinalizou investimento na construção de um novo hospital na região norte de Cascavel, com projetos em fase de atualização após anos de espera. A regionalização da saúde, com a previsão de novas unidades em municípios como Guaíra, surge como alternativa para descentralizar os atendimentos. Enquanto isso, a demora nas cirurgias segue causando forte impacto social, afetando pacientes e familiares que, vindos de cidades distantes, enfrentam dificuldades financeiras e ficam impedidos de trabalhar durante o período de internação.

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