O suspeito de matar uma criança de 9 anos em 2006, preso nesta quinta-feira (19) em Londrina, já possuía histórico criminal por crimes de natureza sexual na cidade.
A ficha de Martonio Alves Batista, de 55 anos, inclui o caso de 2018, quando, proprietário de uma pastelaria no Jardim Leonor, foi preso por filmagens clandestinas em um banheiro feminino, envolvendo uma menor de idade. Ele foi autuado com base no artigo 240 do ECA e teve prisão preventiva decretada.
Segundo a Polícia Civil do Paraná (PCPR), o padrão de conduta de Martonio ajudou a reabrir o caso de Giovanna, cruzando evidências técnicas, como fios elétricos e sacolas de mercado, com seu paradeiro em Londrina, onde mantinha atividades comerciais.
Atualmente, Martonio Alves Batista está sob custódia e responderá por homicídio qualificado, ocultação de cadáver, estupro de vulnerável e os crimes anteriores de 2018. A delegada Camila Cecconello classifica a prisão como decisiva para encerrar um dos casos mais trágicos da crônica policial paranaense.