Após se mudar de Guarapuava para Londrina impulsionada pela promessa de uma vida melhor feita por uma conhecida, Marli Terezinha Ferreira, de 66 anos, ficou sem ter onde morar. Com problemas de saúde, a idosa acabou acolhida em uma das unidades mantidas pela Secretaria Municipal de Assistência Social.
Atualmente, Dona Marli está abrigada em uma das estruturas de acolhimento do município. O secretário de Assistência Social, Claudio Melo, acompanha a situação e explicou que ela pode permanecer no local por até um ano e meio. Durante esse intervalo, as equipes prestam suporte para que a moradora retome sua autonomia e vida independente.
Busca por recomeço e doações
A única fonte de renda de Dona Marli é o Benefício de Prestação Continuada (BPC), no valor de um salário-mínimo. Segundo ela, o montante é suficiente para arcar com o aluguel de um imóvel. No entanto, ela necessita de doações de móveis e utensílios básicos para conseguir mobiliar uma residência e se estabelecer.
Por não possuir aparelho de telefone, o contato para doações ou informações sobre como ajudar deve ser feito diretamente com a equipe do abrigo:
Como ajudar (Casa de Passagem Feminina): (43) 3323-3798
Rede de acolhimento municipal
A rede de Assistência Social de Londrina disponibiliza quase 200 vagas distribuídas em serviços para a população em vulnerabilidade. A estrutura de acolhimento conta com:
Pernoite: 40 vagas
Casa de Passagem Masculina: 40 vagas
Casa de Passagem Feminina: 20 vagas
Acolhimento MMA Masculino: 25 vagas
Acolhimento SOS: 33 vagas
República Assistida: 14 vagas
República Feminina: 24 vagas
República Trans: 5 vagas
Residência Híbrida: 10 vagas
República Jovem Mista: 8 vagas