Ciência e saúde

Associação Médica faz alerta para a pandemia em Londrina

14 set 2020 às 10:26

Londrina vive o pior mês desde o início da pandemia de Covid-19. É isso que aponta um alerta emitido pela Associação Médica de Londrina, AML, neste domingo (13). Segundo a entidade, este é um “alerta vermelho para a pandemia”, na cidade, que tem feito cada vez menos distanciamento social. Segundo o órgão, na semana de 1 a 7 de setembro, 36ª semana epidemiológica, a cidade recuou neste que é considerado um dos principais fatores de controle da doença, com apenas 35%.

Além disso, desde o início da pandeia, foi nesse período em que foram confirmados os maiores índices de casos, com foco em uma faixa especifica. “São jovens e adultos entre 20 e 39 anos, representando quase a metade de toda a população de infectados até o momento: 43% dos 7.829 casos diagnosticados até sábado (12/09), conforme divulgado pela Secretaria Municipal de Londrina em seu boletim diário”, a presidente da AML, Beatriz Tamura.

Ao entrar na 38ª semana de pandemia, completando seis meses desde o primeiro caso de Covid-19 confirmado em Londrina, a cidade chegou a marca de 212 mortes pela Covid-19. Além disso, segundo levantamento da AML, a cidade tem um número elevado de casos ativos (855 em 7/09), de pessoas em isolamento domiciliar (360 em 10/09), e de londrinenses aguardando resultado de exames (491 em 5/09). Números altos também em ocupação hospitalar: internações em leitos de UTI e de enfermaria em hospitais da rede pública e privada da cidade chegava a 101 internados em 3/09, assim como na taxa de ocupação hospitalar que, em 8 de setembro, que chegou a 91% (*apontamentos do Coesp em 10/09).

Por isso, a associação solicita o apoio de médicos para que compartilhem as informações e dados da Secretaria Municipal da Saúde, assim como avaliações e ponderações do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (Coesp) sobre o período crítico da pandemia na cidade. Além disso, informar sobre a importância em respeitar as medidas sanitárias municipais e que também buscam inibir aglomerações e o aumento do contágio.

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