Até o presidiário petista, condenado pela Justiça, rotulou o Congresso Nacional como sendo “um bando de vigaristas”. Na última quarta-feira a sociedade brasileira teve – pelo menos nesse caso esteve certo – a comprovação dessa realidade.
Num dos maiores assaltos aos cofres públicos e de forma oficial, aquele bando conseguiu levar para sua gestão nada menos do que 15 bilhões do dinheiro do povo, numa negociação que ameaçava derrubar o veto do presidente da república à essa manobra de chantagistas, identificação construída com rara felicidade pelo general heleno, em torno de um amontoado de deputados e senadores que se juntam com a esquerda num tal de “centrão”, para flertar com a indecência.
E esse grupo, inspirado em atos sombrios e fraudes politicas acabou aplicando, na última quarta-feira, um golpe na sociedade brasileira de 15 bilhões de reais. Assalto pra fazer inveja as melhores quadrilhas de ladrões de bancos e dinheiro público para livres negociatas com prefeitos e governadores que estiverem dispostos a participarem da farra. Esses elementos, que fizeram do parlamento algo pessoal e não público, pautado por indecente fisiologismo, retiraram essa quantia da gestão bolsonaro e levaram para suas próprias gestões de negociatas, essas mesmas negociatas que todo mundo conhece quando praticadas por parlamentares.
E na verdade, queriam 30 bilhões, mas como o presidente não reúne forças suficientes para enfrenta-los, principalmente por não contar com uma imprensa decente, honesta e muito menos honrada, se viu obrigado a “entregar pelo menos metade da rapadura” como a gíria nos ensina, ou “o ouro para o bandido” como também diz, algo que jamais ocorreu em governo nenhum, pois esses recursos fazem parte de um orçamento a ser conduzido pela presidência e não por parlamentares viciados em manobras, em ciladas, em cumplicidades, em emboscadas, em tocaias, tudo ajustado aos apóstolos de safadezas como todos nós conhecemos. Assim, com toda essa dinheirama e mais o produto do outro assalto – o de dois bilhões do que apelidaram de verba partidária – partem agora para dizer que conseguiram destinar aquele dinheirinho prá isso ou aquele outro para aquilo – como se o dinheiro não fosse seu –eleitor – e sim dele, anoréxico moral que, quando nos próximos meses chegar para você com essa conversa...Se enxotado evitará você de ser contaminado por essa espécie de “coronavírus da pilantragem política.” A propósito esse dinheiro que surrupiaram não surrupiaram do governo...Surrupiaram de você. Ele é seu. Ou... “Era”...