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Economia

Apesar de cautela interna com político e fraqueza em NY, Ibovespa sustenta alta

18 jun 2020 às 12:25
Por: Estadão Conteúdo

O mercado de ações brasileiro volta a ignorar os fundamentos e avança acima dos 96 mil pontos. Ainda que as bolsas em Nova York tentem zerar as perdas, a alta na B3 é superior ao movimento visto lá fora. O Nasdaq, por exemplo, era o único a subir (0,10%), às 11h17 desta quinta-feira.

Para Lucas Carvalho, da Toro Investimentos, não há notícia nova que justifique esse comportamento. Contudo, a possibilidade de que o do Copom decida por mais um corte da Selic em agosto ajuda a contribuir para o bom humor, apesar das notícias políticas.

"Nova York melhorou e Itaú ações está ajudando bem. Tem fluxo de dinheiro, o que é o grande responsável, com juros negativos ou próximos a isso", completa o economista-chefe do ModalMais, Álavaro Bandeira, ao referir-se à liquidez que tem sido abundante e ainda num cenário de juro baixo.

Às 11h47, o Ibovespa subia 1,375, aos 96.858,35 pontos, na máxima, após ter iniciado o dia em baixa e de ter alcançado a mínima aos 94.697,53 pontos. As ações do Itaú tinham ganhos de quase 5%, enquanto os demais papéis do setor subiam na casa de 1,00%. "A Bolsa está numa euforia danada com queda de juro e entrada de pessoa física, que está saindo de renda fixa por causa da queda da Selic", diz o estrategista-chefe do Grupo Laatus, Jefferson Laatus.

Na quarta-feira, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Selic de 3,00% para 2,25%, como quase todo o mercado esperava, e sinalizou, conforme economistas, que o próximo passo, caso seja de queda, será menos intenso. Neste sentido, pode abrir espaço para ajustas em algumas ações de consumo e de varejo que subiram na véspera. "A sinalização do BC Banco Central é que se houver um novo ajuste da taxa Selic será pequeno, pois o espaço para novos estímulos é menor", cita em nota a LCA Consultores.

Apesar do otimismo na B3, há certa cautela após a prisão do policial militar aposentado Fabrício Queiroz, próximo ao clã Bolsonaro e ex-assessor parlamentar do gabinete de Flávio Bolsonaro. "É uma notícia que se aproxima mais do Planalto, e pode gerar ainda mais instabilidade", estima Bandeira.

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