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Elevação da Selic tira acesso ao crédito imobiliário, diz setor

Taxa básica de juros deve ficar em 15% por período prolongado
10 out 2025 às 09:42
Por: Agência Brasil
Foto: José Cruz/Agência Brasil

O presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Luiz França, afirmou nesta quinta-feira (9), em São Paulo, que a elevação da taxa básica de juros, Selic, dificulta o acesso da população ao crédito imobiliário.


“A alta da Selic nos últimos anos encareceu o financiamento. A cada 1% de elevação, 166 mil famílias deixam de ter acesso ao crédito imobiliário. É fundamental termos um modelo que garanta estabilidade e juros acessíveis”, disse França.


Durante o evento Incorpora 2025, um dos maiores do setor imobiliário, ele defendeu a necessidade de que o Banco Central reduza os juros.


“Precisamos de forma urgente que o Banco Central inicie um corte na Selic e que tenhamos condições estruturais para manter os juros em baixo patamar no longo prazo”, ressaltou.

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França destacou que o equilíbrio das contas públicas é condição necessária para que os juros comecem a cair. “É fundamental avançarmos em medidas que garantam maior equilíbrio fiscal, racionalizem as contas públicas e modernizem a estrutura do Estado, com foco na simplificação e redução da burocracia. A aprovação de uma reforma administrativa é um bom caminho”, explicou.


Banco Central


Em setembro, o Comitê de Política Monetária (Copom) afirmou que as incertezas do cenário econômico externo e indicadores de moderação no crescimento do Brasil justificam a manutenção da Selic em 15% por período prolongado.


A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT) criticaram a taxa. “Não existe crescimento sustentável com juros estratosféricos. Não há inovação, reindustrialização ou crédito acessível”, disse a CNI.


“Um financiamento de casa ou carro se torna quase proibitivo, enquanto estimular o consumo das famílias e do setor produtivo com crédito a juros justos é o caminho para controlar a inflação sem penalizar o povo”, afirmou a CUT.



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