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INSS: investigação revela que os envolvidos gastaram mais de R$30 milhões na compra de imóveis

A Polícia Federal suspeita que alguns envolvidos mandaram parte do dinheiro roubado dos aposentados para paraísos fiscais no exterior.
06 mai 2025 às 16:17
Por: Agência Brasil

Investigação da Polícia Federal revelou uma fraude bilionária no INSS, pelo menos 6 milhões de aposentados foram afetados. A Polícia identificou a compra de 47 imóveis, entre 2018 e 2025, por envolvidos no esquema. O valor das transações foi de R$35 milhões.


Em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, a Polícia Federal localizou 16 salas comerciais repassadas à Confederação Nacional dos Trabalhadores da Agricultura (CONTAG). A entidade disse que não praticou nenhuma irregularidade.


O sindicato nacional dos aposentados, entidade que também foi alvo da Polícia Federal, descontava todo mês quase R$23,00 das contas de Edmundo Sousa Santos, que foi roubado sem perceber. O aposentado teve um prejuízo de cerca de mil reais em três anos e meio.


Em três anos, o ex- Procurador Geral do INSS, Virgílio Antônio Ribeiro, comprou 4 imóveis em Brasília, Curitiba e Recife, no valor de 4 milhões de reais.


De acordo com a PF, Virgílio recebeu mais de R$7 milhões apenas de um lobista investigado no esquema - o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”. O ex-diretor do INSS foi demitido após o escândalo.

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A PF suspeita que os operadores do esquema do INSS levavam o dinheiro desviado dos aposentados para o exterior, incluindo paraísos fiscais. O relatório da Polícia Federal aponta que os investigados faziam viagens frequentes, de curta duração e sempre em grupo - estratégia que seria para embarcar mais malas com dinheiro vivo.


Investigada no esquema, a advogada Cecília Rodrigues Mota fez mais de trinta viagens em menos de um ano. Numa das visitas para Dubai, ainda de acordo com a PF, Cecília e mais três pessoas despacharam 31 malas para uma viagem de sete dias.


A investigação também avança sobre os empréstimos consignados. A suspeita é que funcionários do Dataprev liberaram biometria facial de milhares de aposentados para que fossem feitos os empréstimos.

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