Todos os locais
Todos os locais

Selecione a região

Instagram Londrina
Instagram Cascavel
Economia

Taxas fecham em direções divergentes, com longas em baixa reagindo ao dólar

08 jun 2020 às 18:00
Por: Estadão Conteúdo

Os juros futuros fecharam a segunda-feira, 8, sem direção única. As taxas curtas fecharam perto da estabilidade, as de prazo intermediário ainda sustentaram um viés de alta, mas as longas passaram a recuar com o alívio no câmbio, o que conferiu à curva uma leve desinclinação. Porém, hoje sem destaques de agenda e noticiário, as oscilações foram limitadas e o volume, modesto. O movimento de realização de lucros visto nas últimas sessões chegou a pautar os negócios pela manhã, mas perdeu fôlego à tarde a partir da aceleração da queda do dólar, que bateu mínimas até a casa dos R$ 4,86.

O contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2021 fechou com taxa de 2,19% (2,17% no ajuste anterior) e a do DI para janeiro de 2022 passou de 3,07% para 3,12%. O DI para janeiro de 2025 fechou com taxa de 5,77%, de 5,802% no ajuste de sexta-feira, e o DI para janeiro de 2027 terminou com taxa de 6,71%, de 6,772%.

A semana é de agenda pesada, no Brasil e no exterior, com divulgação do IPCA de maio, reunião do Federal Reserve, além de julgamentos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e no Supremo Tribunal Federal (STF) que podem mudar o cenário político. Todo esse calendário serve de argumento para explicar movimentos mais comedidos, deixando os investidores em compasso de espera antes de definir posições. A semana também é mais curta para o mercado financeiro em função do feriado de Corpus Christi, na quinta-feira.

"Hoje não tivemos nada de impacto, com o mercado aguardando IPCA, Fomc, TSE e STF. Roberto Campos Neto somente ratificou as apostas de corte de 0,75 ponto e 'no more'", disse o gerente da Mesa de Reais da CM Capital, Jefferson Lima. Durante reunião por videoconferência com investidores, organizada pelo Goldman Sachs, Campos Neto repetiu que a autarquia considera um corte adicional da Selic de até 0,75 ponto porcentual em seu próximo encontro. Voltou a dizer que a conjuntura atual recomenda um estímulo monetário "extraordinariamente elevado", mas, ao mesmo tempo, pontuou que há potenciais limitações para o grau de ajuste adicional da Selic.

Desse modo, sem novos fatores capazes de alterar o quadro de apostas para a política monetária de curto prazo, as taxas curtas mostraram pouca mobilidade. A dinâmica, porém, pode mudar com o IPCA de maio, que sai na quarta-feira (10), para o qual a mediana das estimativas de pesquisa do Projeções Broadcast é de deflação de 0,46%.

O miolo da curva ainda sustentou alguma correção até o fim da sessão, com taxas em leve alta, mas com o dólar abaixo de R$ 4,90 os DIs longos passaram a cair, num dia também em que os contratos de Credit Default Swap (CDS, em inglês) estiveram bem comportados.

Veja também

Relacionadas

Economia
Imagem de destaque

Receita recebeu mais de 11 milhões de declarações de Imposto de Renda

Economia
Imagem de destaque

Bolsa interrompe sequência de 11 altas e cai 0,46%

Economia

Vendas do varejo avançam 0,6% e atingem novo recorde em fevereiro

Economia

Abono salarial começa a ser pago para nascidos em março e abril

Mais Lidas

Cidade
Londrina e região

Engenheiro da Prefeitura de Ibiporã morre em batida frontal na BR-369

Paraná
Paraná

Estudante de medicina dispara contra paciente em hospital, rouba carro e termina preso pela polícia

Cidade
Londrina e região

Justiça após 36 anos: Assassino de Fernanda Estruzani é preso no Paraguai

Brasil e mundo
Brasil

Homem mata a mãe, decepa dedo para fazer pix e é preso durante o velório

Cidade
Londrina e região

Operação policial fecha pontos de tráfico e prende três pessoas em Londrina

Podcasts

Podcast Corta Pra Elas | EP 7 | O Estilo da Boiadeira | Maria Augusta Santana

Podcast Café com Edu Granado | EP 69 | Café com TEA #3 | Maternidade Atípica: Fé e Cuidado

Podcast Tá no Pod | Expo Londrina 2026 | Expo Londrina 2026: Inovação e Gestão

Tarobá © 2024 - Todos os direitos reservados.