A investida do Barcelona para tirar o meio-campista Rodri do Manchester City ganhou mais um capítulo de impasse. Nesta quinta-feira (13), a diretoria do clube inglês recusou a segunda proposta formal dos catalães pelo jogador. A oferta espanhola atingiu a marca de 60 milhões de euros (cerca de R$ 358 milhões), além de metas por desempenho, valor considerado insuficiente pelos Citizens.
De acordo com o jornal britânico The Times, a cúpula do Manchester City segue irredutível e exige um montante de até 80 milhões de euros (aproximadamente R$ 477 milhões) para aceitar a liberação de uma das principais peças do seu esquema tático.
Acerto salarial e reencontro com campeões do mundo
Apesar da negativa entre os clubes, a vontade do atleta é atuar no futebol espanhol. Aos 30 anos e eleito o melhor jogador do último Mundial, Rodri já manifestou o desejo de se transferir para o Camp Nou e acertou as bases salariais com a diretoria do Barça.
Caso a transferência seja concretizada, o volante reencontrará diversos companheiros da seleção da Espanha com quem conquistou o título mundial, como Lamine Yamal, Pedri, Gavi, Dani Olmo, Ferrán Torres e Cubarsí.
Prazo contratual e plano para substituir o volante
Sem um desfecho imediato, Rodri deve se reapresentar em Manchester nesta sexta-feira (14) para o início da pré-temporada. O City, contudo, lida com a pressão do tempo: o contrato do espanhol é válido até junho de 2027, o que significa que esta é uma das últimas janelas para o clube lucrar alto antes de correr o risco de perdê-lo de graça ao fim do vínculo.
A pedida elevada por Rodri também faz parte do planejamento financeiro dos ingleses para buscar um substituto de peso no mercado. A intenção da diretoria é utilizar o valor arrecadado para tentar a contratação do argentino Enzo Fernández, do Chelsea, avaliado em 120 milhões de libras (cerca de R$ 837 milhões).