Um aplicativo que lembra os pacientes com doenças crônicas a tomarem seus medicamentos no horário e os avisa quando o remédio está prestes a acabar. Uma plataforma que ajuda instituições públicas a definirem preços-base de licitações para compras de remédios, comparando os preços praticados nos mercados local, estadual e nacional, diminuindo os custos para o sistema de saúde.
Estas são algumas das soluções que estão sendo desenvolvidas pelas equipes que participam do Hack pelo Futuro. A iniciativa é da Superintendência Geral de Inovação do Governo do Paraná para encontrar ideias inovadoras que podem ajudar o Estado a minimizar os impactos da pandemia do novo coronavírus no curto, médio e longo prazo. A Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro) também é parceira do hackathon.
A maratona de inovação, que é totalmente online, recebeu mais de mil inscrições e selecionou 800 participantes, que foram divididos em 124 equipes para desenvolver soluções que possam ser aplicadas nas áreas da saúde, economia, cultura e sociedade. São inovações que impactam, por exemplo, nos setores de comércio e serviço, na produção de eventos ou na área de saúde mental.
“Tem muitas ideias interessantes saindo do hackathon e que poderão ser aplicadas na vida real. As equipes são de alto nível, são pessoas dispostas e comprometidas com seu projeto”, afirma o superintendente de Inovação, Henrique Domakoski. “As consequências que a crise do coronavírus traz precisam de respostas rápidas e certeiras, e é isso que o hackathon propõe, a criação de produtos e serviços que podem ser aplicados rapidamente na sociedade”, diz.
Nesta sexta-feira (1º), as equipes entregam o resultado pronto da solução criada. As três melhores soluções ganharão a oportunidade de alavancar seus projetos no Programa de Aceleração do Founder Institute Brazil.
AEN