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Paraná

Aplicativo ajuda consumidor a economizar no combustível em Londrina

06 dez 2017 às 11:48
Por: Redação Tarobá News

Uma pesquisa aponta que embora preço dos combustíveis tenha caído nas refinarias, o consumidor não vê diferença nas bombas. A pesquisa foi feita em todos os 98 postos de Londrina, 90 responderam. "Cai um centavo, sobe dois", diz a motorista Adriane Dondinelli. E subiu mesmo. Segundo o Procon, o preço médio da gasolina em novembro foi de R$ 4,08, variação de 6%, R$ 0,24 com relação a outubro. O etanol também apresentou alta, 5,63%, R$ 0,16 mais caro que no mês anterior, de R$ 2,69 a R$ 2,99. Os menores preços da gasolina estavam na região leste, entre R$ 3,85 até R$ 4,19. Já os mais altos, estão na zona sul - de R$ 3,97 a R$ 4,29. O etanol mais em conta está na região norte, R$2,69 diferença de R$ 0,30 centavos para os postos mais caros.

Foi cansado de pesquisar da forma tradicional que o Vinicius, que é motorista e empreendedor, se uniu a seis amigos e desenvolveram um aplicativo. No e-gasosa, o consumidor pode reservar combustível nos postos cadastrados, ter desconto de até R$ 0,15 por litro e pagar direto no posto. "É bem simples. O usuário apenas acessa o aplicativo e ele já consegue ver todos os revendedores disponíveis naquela região e ele consegue efetuar uma reserva de combustível e efetuar o pagamento", explica Vinicius Fonzar. 

Até agora são 10 postos cadastrados em Londrina e Cambé e 15 mil usuários do aplicativo. A meta é tentar chegar a 10% da população e dos postos, e assim aumentar a concorrência, que beneficia o consumidor. "Você passa a ter oportunidade em conseguir visualizar as condições que são aplicadas no mercado. Estamos tendo resultados fantásticos até agora e feedbacks positivos dos consumidores", afirma Vinicius. 

No acumulado de novembro até agora, os preços ficaram 3,4% mais altos, segundo Procon 23% mais, desde julho, quando a Petrobras mudou a política de preços, que leva em conta a cotação dos produtos e do petróleo internacional, por isso a variação pode ser diária diária. Nos últimos dois dias houve queda de 1,4% do valor nas refinarias, mas está difícil ver isso nas bombas. "Como o aumento diário, pode sofrer uma queda e no outro dia, ter um aumento maior ainda. Então o consumidor não consegue ver as quedas nos preços", diz Gustavo Richa, coordenador do Procon.

(Colaboração Ticianna Mujalli/TV Tarobá)

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