A Superintendência Regional do Trabalho no Paraná, (SRTE), se junta a ação de vários organismos internacionais e governamentais, assumindo sua função no Plano de Interiorização de Refugiados e Imigrantes Venezuelanos.
A ideia é dar suporte aos venezuelanos, com ações, para inseri-los no mundo do trabalho, nas cidades paranaenses que estão servindo de abrigo provisório aos refugiados recém-chegados.
Depois de cadastrados no Sistema Emprega Brasil, aumentam as chances de colocação no mercado de trabalho com mais facilidades e acesso às ofertas de trabalho, através do sistema.
O Plano de Interiorização de Refugiados e Imigrantes Venezuelanos, atende os refugiados que chegam ao Brasil, via Roraima e que estão sendo encaminhados a outros estados, em pequenos grupos.
No suporte ao trabalho de inclusão, o Paraná já atende perto de 300 venezuelanos, alojados em duas cidades, Curitiba e Goioerê.
O Superintendente Regional do Trabalho no Paraná, Luiz Fernando Busnardo, presente nas duas primeiras reuniões de trabalho, convocada pela Procuradora do Ministério Público do Trabalho, dra. Cristiane Lopes, reiterou a atribuições da Superintendência na ação. Também estão envolvidos no trabalho, representantes de outros órgãos públicos, como governos municipal, estadual e ONGS.
Curso
Além de atendimento especial para emissão da carteira de trabalho, a Superintendência Regional do Trabalho no Paraná, também coloca à disposição dos venezuelanos, a Escola do Trabalhador, uma importante ferramenta que pode ajudar não só na formação e aprimoramento da mão de obra, como ensinar a romper a primeira barreira que é a comunicação, oferecendo curso de português para Hispanofalantes, que deve auxiliar na compreensão oral e escrita em nível básico. Depois do curso concluído, ou mesmo antes de ter alguma facilidade de entendimento da língua, o imigrante pode acessar outros cursos disponíveis na Escola do Trabalhador, o que vai oferecer melhores condições de empregabilidade.
Uma audiência pública está agendada como terceiro encontro, agora com empregadores em potencial. Será o primeiro contato formal dos venezuelanos que já podem ser inseridos no meio produtivo com possíveis empregadores.
Fonte: Banda B