Após baixar as taxas de sua linha de Microcrédito Fácil, a partir de 1,49%, a Fomento Paraná, instituição financeira do Governo do Paraná, apresentou mais uma novidade para empreendedores no último dia 24 de setembro. É o programa ‘Banco da Mulher Paranaense’, que busca incentivar o empreendedorismo feminino no estado.
O profissional revelou que, desde o começo do mandato de Ratinho Junior, o governo tem se debruçado sobre a importância do tema geração de emprego e renda. As taxas mensais para mulheres que são proprietárias ou sócias de um empreendimento são a partir de 0,98% – e terão o teto máximo de 1,89% ao mês. Esse benefício pode ser usado por aquelas empreendedoras que já possuam uma empresa formalizada, como MEIs ou microempresas e até mesmo trabalhadoras autônomas ou informais, que exercem seu ofício sem possuir um CNPJ.
“Essa tem sido uma preocupação recorrente, com um olhar cuidadoso para a questão do gênero. No caso das mulheres, a diversidade de atividades econômicas em que elas atuam é cada vez maior, então pretendemos romper essa barreira do preconceito, de achar que a mulher tem que atuar em atividades mais básicas. Hoje elas também fazem parte de áreas complexas, como de tecnologia e de startups e estão em todas as atividades econômicas, mesmo tendo salários menores que os homens”, afirmou.
Como participar?
Com prazo de pagamento de 36 meses, o Banco da Mulher Paranaense requer que a empreendedora possua, pelo menos, 10% de propriedade da empresa que solicita o crédito, assim como estar presente, no mínimo, durante seis meses no Contrato Social da companhia. O microcrédito pode ser adquirido a partir de R$ 1 mil até R$ 10 mil para pessoa física e até R$ 20 mil para pessoa jurídica. “São taxas muito atrativas, a partir de 0,98%, e que servem para estimular o empreendedorismo feminino. Em breve, também iremos disponibilizar casos acima de R$ 20 mil, até R$ 500 mil”, afirmou Martins.
A Fomento Paraná está presente em mais de 200 municípios do estado, com o trabalho de diversos agentes de crédito disponíveis para tirar todas as dúvidas e orientar na elaboração dos projetos dos microempresários. “Todo tipo de empreendedora tem condições de participar, desde ambulantes, pessoas que trabalham com jardinagem, vendedores, da construção civil, manicures e cabeleireiros podem apresentar o projeto e contratar o financiamento, que para quem está bem no início do negócio é de até R$ 5 mil”, ressalta o profissional.
Mas a Fomento Paraná é um banco?
Não exatamente. A Fomento Paraná, por se tratar de uma instituição financeira do Estado, não visa o lucro. O grande objetivo é gerar empregos e renda, para desenvolver a economia paranaense. “É importante esclarecermos que somos uma instituição financeira diferente, que não possui produtos comerciais que um banco normalmente fornece. Não temos necessidade de aquisição de titulo de capitalização, seguro, cartão de crédito, nem mesmo abrimos conta corrente. Na prática, isso faz com que as taxas de juros sejam menores e não haja nenhum custo adicional ao cliente”, revelou o gerente de Mercado, Luciano Martins.
“Queremos levar informações sobre crédito barato, com as melhores taxas e prazos confortáveis para o microempreendedor e microempresário, a partir do recurso público”, analisa o gerente. “Nossa satisfação é cumprir a missão de promover o desenvolvimento sócio-econômico no Paraná, através de emprego e renda, para aumentar a qualidade de vida em todas as regiões. Quando a pessoa tem uma renda, ela sai da fila dos serviços sociais. Somos uma opção mais barata e viável para o microempresário, pois nosso crédito é voltado exclusivamente à atividade produtiva”, acrescentou.
Fomento Fácil
Luciano Martins também revelou que a Fomento Paraná possui agora a oportunidade ainda mais atraente e rápida para créditos acima de 20 mil reais. É o Fomento Fácil,. “Uma dificuldade para algumas empresas é a garantia de contar com uma garantia real para o crédito, como imóveis, veículos e máquinas. Nem sempre a empresa tem esse patrimônio”, afirma. “Então temos hoje uma parceria com as Sociedades Garantidoras de Crédito, que oferecem o aval por meio da Carta de Garantia aos empresários, e isso garante a operação”, finaliza Martins.
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