Paraná

Mãe de aluna do Hugo Simas rebate acusações de crime: "estou sendo perseguida"

06 nov 2019 às 19:05

Fernanda Leite Carvalhares, que ganhou notoriedade nos últimos dias após publicar um vídeo indignada com a apresentação da peça Quando Quebra Queima, feita no Colégio Hugo Simas, onde sua filha estuda, tem sido alvo de novas publicações nas redes sociais: ela é acusada de ter se apropriado de R$ 12,149,00 da família de um idoso - entre 1999 e 2000, Fernanda foi tesoureira de uma casa de repouso em que seu pai era presidente, na cidade de Avaré, no interior de São Paulo. De acordo com a acusação acolhida e posteriormente arquivada pelo Ministério Público, a autônoma teria solicitado à família de um dos internos que depositasse o valor em sua conta particular e teria se apropriado do dinheiro.

                                                               

             Comentário realizado em rede social/reprodução


Fernanda rebate as acusações e afirma ser vítima de perseguição religiosa. "Na época eu tinha 18 anos, éramos de uma família pobre, não tivemos uma boa assessoria jurídica e sofremos perseguição pelo fato do meu pai ser pastor. Eu já entrei em contato com a pessoa que fez essas acusações contra mim e quero que ela venha a público se retratar, pois ela disse que foi coagida. De qualquer maneira, essa situação não anula meu direito de protestar pela família, entendo que trazer essa história à tona é uma tentativa da esquerda de jogar uma cortina de fumaça sobre a minha denúncia".

A mãe da estudante do Hugo Simas registrou um Boletim de Ocorrência no NUCRIA (Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente) na manhã desta quarta-feira (6). "Agora minha filha passará por uma consulta com uma psicóloga e a delegada deve tipificar o possível crime, seguindo os procedimentos legais", afirmou Fernanda.

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