Paraná

Morte de flanelinha reacende discussão na Câmara sobre regulamentação da atividade

30 set 2019 às 15:51

A morte de um flanelinha por um PM na sexta-feira (27) reacenda a discussão sobre a legalização dessa atividade.

Nas vias de Londrina, um guardador de carro chega a cobrar R$20 para cuidar dos veículos e o motorista não tem nem mesmo a garantia que na volta, ele vai estar no mesmo lugar. Na última sexta, um flanelinha foi morto a tiros no centro da cidade, no final da tarde. Segundo o autor dos disparos, um policial militar à paisana, o guardador de carros, identificado como Emerson Garcia, de 35 anos, teria partido pra cima dele com uma faca, depois de uma discussão em uma barbearia na Rua Paes Leme. O dono de um restaurante na região afirmou que o flanelinha nunca havia sido agressivo. 

Na Câmara de Vereadores, já apresentaram projetos, um deles é do presidente do legislativo, Ailton Nantes. Ele foi apresentado em 2017 e defende a regulamentação da função, com cadastro na CMTU e outras exigências. No momento a tramitação está interrompida. O vereador Vilson Bittencourt também sugeriu uma solução para o problema em 2016: na proposta, que também está engavetada, ficaria proibida a atuação deles da maneira que é hoje. O parlamentar garante que vai tentar trazer a matéria de volta à discussão e não descarta inclusive uma junção com o projeto do colega.


Reportagem: Rafael Sanchez

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