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Paraná inicia 2025 com 68 transplantes, o maior número dos últimos 14 anos

De acordo com o Sistema Estadual de Transplantes do Estado (SET), no mês passado houve 44 transplantes de rim, 21 de fígado e um de coração, além de dois duplos – um de pâncreas e rim e outro de fígado e rim
07 fev 2025 às 10:40
Por: Agência Estadual de Notícias
"Eu acredito no sistema", diz transplantado
Foto: Divulgação/ Governo do Estado do Rio de Janeiro

O ano de 2025 mal começou e o Paraná já registrou 68 transplantes de órgãos. Esse é o maior número de procedimentos realizados no mês de janeiro desde 2011, quando contabilizou nove procedimentos. Desde então, a média dos últimos 14 anos foi de 44,14 para esse período.


De acordo com o Sistema Estadual de Transplantes do Estado (SET), no mês passado houve 44 transplantes de rim, 21 de fígado e um de coração, além de dois duplos – um de pâncreas e rim e outro de fígado e rim. Também foram transplantadas 82 córneas. O primeiro realizado em 2025 foi de rim, no dia 1º de janeiro, em Curitiba. O receptor foi um homem de 53 anos.


Os números refletem o compromisso do Governo do Estado com a população, oferecendo uma nova chance de vida aos pacientes em estado crítico, além da manutenção de uma rede eficiente de doação, captação, transporte de órgãos e conscientização.


O Estado conta com uma estrutura robusta para realização dos procedimentos. São 34 equipes transplantadoras de órgãos, 72 equipes transplantadoras de tecidos (córneas, valvas cardíacas, musculoesqueléticos, pele e medula óssea), cinco laboratórios de histocompatibilidade, três laboratórios de sorologia e três bancos de tecidos, sendo dois de tecidos oculares e um de multitecidos (córneas, valvas cardíacas, musculoesquelético e pele).


“Começamos a ter registro efetivo das atividades em 2011 e, desde então, estamos evoluindo. O sucesso dos transplantes depende, acima de tudo, da solidariedade dos doadores e de suas famílias. Cada transplante é um testemunho da generosidade de pessoas que dizem sim à doação. A conversa com os familiares sobre a intenção em ser um doador pode ser decisiva”, disse o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

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De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, a eficiência logística foi crucial para o sucesso dos procedimentos. O governo estadual disponibiliza infraestrutura aérea e terrestre para o transporte de órgãos, incluindo 22 veículos próprios do SET e 12 aeronaves para transporte emergencial.


Atualmente, 4.107 pessoas aguardam na fila de espera por um transplante no Paraná, sendo 3.652 ativas e 455 semi-ativas, ou seja, que o receptor potencial está temporariamente inapto para o transplante. A maior demanda é por transplante de rim, com 1.937 pacientes ativos e 268 semi-ativos, seguido por transplante de córneas (1.476 ativos e 107 semi-ativos) e fígado (179 ativos e 70 semi-ativos).


MAIS ESTRUTURA – Em setembro de 2024, o Estado entregou 18 novos veículos para o Sistema Estadual de Transplantes do Estado (SET), maior renovação da frota da história do órgão. Na ocasião também foi anunciada a aquisição de duas aeronaves para a Casa Militar, que ajudam no transporte de órgãos no Estado.


O investimento da Secretaria de Estado da Saúde nos novos veículos foi R$ 1,9 milhão, destinados às quatro Organizações de Procura de Órgãos (OPOs) do Estado. Nove veículos ficaram em Curitiba, onde está a sede da Central Estadual de Transplantes, e o restante distribuído entre as Organizações de Londrina (Norte), Maringá (Noroeste) e Cascavel (Oeste).


Para a coordenadora do Sistema Estadual de Transplantes (SET/PR), Juliana Ribeiro Giugni, o sucesso do resultado se deve ao trabalho e dedicação das equipes envolvidas nesse processo. “Os resultados positivos são mais do que números, representam esperança e nova vida para as pessoas na lista de espera para transplante”, reforça.

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