Equipes da Prefeitura voltaram a intensificar os trabalhos de orientação e de fiscalização de locais e de ações que estejam em desacordo com as medidas de prevenção à covid-19. As atividades também atendem a solicitações da própria população que chegam pela Central 156 de Atendimento ao Cidadão e, também, pelo telefone de emergência 153 da Guarda Municipal.
Amparada pelo decreto estadual 4.301/20, que veta o funcionamento de shoppings e de academias de ginástica, vistorias foram realizadas na última sexta-feira (8) e no sábado (9).
Duas academias, uma no Água Verde, outra no Guaíra, e duas tabacarias, que estavam atendendo ao público nos bairros Tatuquara e Bairro Novo, foram fechadas por fiscais da Secretaria Municipal de Urbanismo. Os quatro estabelecimentos haviam sido denunciados pela população e no momento da fiscalização estavam em desacordo com as legislações vigentes para o enfrentamento da emergência de saúde pública devido ao coronavírus.
Além dos estabelecimentos que tiveram as atividades paralisadas outros seis foram notificados. Desde a última quinta-feira (7/5), foram realizadas 21 vistorias, todas para averiguar estabelecimentos acusados pela população e reforçar para empresários e clientes as orientações sobre a obrigatoriedade do cumprimento das medidas complementares de prevenção a covid-19, estabelecidas na resolução municipal nº 01/2020, em vigor desde 17 de abril.
“As equipes da Prefeitura estão constantemente nas ruas, vistoriando os estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços”, diz a diretora do departamento de Fiscalização da Secretaria Municipal de Urbanismo, Jussara Policeno de Oliveira Carvalho.
Segundo Jussara, os fiscais observam atentamente a adequação às exigências de prevenção ao coronavírus. Somente na última semana foram expedidas 11 notificações para comerciantes de diferentes áreas, incluindo um supermercado no bairro CIC.
“É preciso rigor no cumprimento de todas as medidas que são obrigatórias para o funcionamento das atividades comerciais neste momento. Clientes precisam exigir isso das empresas, no entanto precisam ser igualmente responsáveis e atender aos protocolos”, destaca Jussara.
Fonte: Banda B