Paraná

Projetos da UEL estudam extinção e comportamento de abelhas no Paraná

15 jun 2021 às 11:54

Elas são muito pequenas, mas bastante importantes para a produção de alimentos em todo o mundo. Devido ao avanço da fronteira agrícola e da depredação da natureza, as abelhas estão ameaçadas de extinção, o que pode ter efeitos colaterais sérios para a humanidade.

Quem se debruça sobre esse tema é a professora Silvia Helena Sofia, do Departamento de Biologia Geral, do Centro de Ciências Biológicas (CCB), da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Ela coordena projetos que estudam, há anos, o comportamento e a genética de espécies de abelhas nas zonas rurais e urbanas do Norte do Paraná.

Sofia tem o apoio de cerca de 10 estudantes de pós-graduação e graduação que compõe o Laboratório de Genética e Ecologia Animal (LAGEA), vinculado ao Departamento de Biologia Animal e Vegetal e Biologia Geral.

A pesquisadora dedica-se ao estudo das abelhas desde o mestrado, em 1986. Em 1998, já como professora efetiva da UEL, passou a integrar o projeto Pesquisas Ecológicas de Longa Duração na Mata Atlântica do Norte do Paraná (PELD – MANP). Criado para durar décadas, o projeto, coordenado pelo professor José Marcelo Torezan, do mesmo departamento, é financiado pela Fundação Araucária e CNPq. O PELD – MANP estuda as mudanças provocadas por ações humanas na Mata Atlântica no Interior do Estado.

Estima-se que haja, no mundo, cerca de 20 mil espécies de abelhas. No Brasil, devido à riqueza da fauna e flora, esse número é de cerca de 2 mil espécies, mas pode ser maior.

AEN