O vereador afastado e réu no processo decorrente da Operação ZR3 Rony Alves (PTB) foi autorizado pela Justiça a remover a tornozeleira eletrônica, que utiliza desde janeiro deste ano.
A operação ZR3 descobriu um suposto esquema de cobrança de propina em troca de mudanças de zoneamento, do qual Rony e o vereador Mário Takahashi (PV) seriam os líderes.
A decisão, datada desta segunda-feira (1º) e assinada pelo juiz Délcio Miranda da Rocha da 2ª Vara Criminal de Londrina, contraria o pedido do Ministério Público (MP), que havia requisitado a renovação do prazo de monitoramento.
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O magistrado argumentou que a situação que gerou a necessidade da tornozeleira já é alvo de outro procedimento investigatório. Rony foi obrigado a colocar o equipamento após ser acusado de coagir a principal testemunhas da ZR3, quando os dois se encontraram em uma agência bancária. Na época, ele chegou a ser preso. O episódio é alvo de um inquérito aberto pelo Gaeco.
O juiz também justificou a decisão afirmando que o vereador afastado não desrespeitou nenhuma restrição colocada pela justiça durante o período em que foi monitorado. Ele ainda precisará fica longe da Câmara de Londrina e de outras testemunhas do processo.