A primeira audiência do Caso Luana foi realizada esta semana. A criança de 11 anos levou um tiro por engano, durante um acerto de contas em novembro de 2020. O principal suspeito teve a prisão decretada, mas continua foragido.
Luana estava em uma comemoração com familiares quando foi atingida. “A gente quer que ele vá pra Júri e pague tudo o que ele fez. Que não demore tanto, porque não vai trazer ela de volta, mas vai aliviar um pouco saber que ele está pagando pelo que fez, disse a mãe da menina, Marciana Mara Pereira.
Era um domingo a noite, e o portão da residência estava aberto por conta de uma pane elétrica. O alvo era um jovem de 19 anos, que entrou na casa ao tentar fugir do atirador. “Era o chá de cozinha da minha outra irmã, a Luana foi comigo ficamos todos na área. Ouvimos barulho e pensamos que fosse foguete, mas do nada entra um cara correndo na casa do meu pai e para um outro de moto na frente, que começa a atirar. Não deu tempo de ninguém correr. Ele deu uns dez tiros e saiu. Todo mundo correu e a minha irmã ficou deitada no chão”, contou o irmão, Clayton Ferreira.
O acusado de atirar tem 20 anos e foi acusado pelo Ministério Público pelo crime de homicídio e a Justiça já decretou a prisão preventiva. Apesar do início das audiências, ele continua foragido. “A gente não teve retorno nenhum se vai demorar, mas disseram que assim que tiver algo, eles avisam”, explicou Marciana.