A escolha do azeite de oliva ideal no supermercado costuma gerar dúvidas diante da grande variedade de opções nas prateleiras. Em entrevista, a gerente de marketing da Andorinha, Susan Cavallin, explicou que a definição do produto ideal depende da necessidade e do paladar de cada consumidor. Além de priorizar marcas de confiança e verificar a data de fabricação - já que quanto mais fresco o produto, melhor a sua qualidade -, o público pode navegar entre perfis suaves, equilibrados ou intensos. A praticidade das embalagens modernas, como sprays e squeezes, também tem impulsionado novas formas de consumo no dia a dia.
Um dos pontos centrais da conversa foi desmistificar o conceito de acidez no azeite. A especialista esclareceu que a indicação de acidez não é percebida no paladar, tratando-se de um teste laboratorial para classificar o produto entre extra virgem (até 0,8% de acidez e livre de defeitos) e virgem. Outro mito derrubado é o do aquecimento: todos os azeites são adequados para cozinhar e suportam temperaturas de até 200°C na culinária doméstica. Para refogados e grelhados, a indicação costuma ser o azeite tipo oliva (puro), por ter um sabor mais neutro devido ao processo de refinamento, preservando a intensidade dos extra virgens para a finalização de pratos.
A diversidade do portfólio atende a diferentes ocasiões, variando do uso cotidiano em substituição às gorduras tradicionais até linhas especiais e orgânicas. Entre as inovações trazidas pela indústria estão produtos voltados à introdução alimentar infantil, versões com notas frutadas para harmonização com doces e kits interativos para criação de blends personalizados em casa. Por meio de degustações orientadas e ações itinerantes, o objetivo da marca é educar o consumidor sobre os benefícios nutricionais do produto, promovendo uma relação mais consciente e saudável com a alimentação.
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