De acordo com o especialista, o Brasil registrou um salto significativo no número de pessoas negativadas, passando de 70 milhões em 2023 para quase 83 milhões em 2026. Ele ressalta que o endividamento não atinge apenas quem está com o “nome sujo”, mas inclui qualquer cidadão que comprometeu a renda a ponto de não conseguir honrar despesas básicas.
Outro ponto de destaque, segundo Dalto, é a taxa de juros elevada, considerada o principal entrave para o crescimento econômico. Para ele, o alto custo do crédito dificulta a expansão e a geração de empregos. Já para o consumidor, o impacto é sentido diretamente nas compras parceladas, fazendo com que produtos simples acabem custando até o dobro devido às taxas embutidas.