Tarobá Cidade

Plano de emergência ajuda empresas a agir em desastres

28 set 2026 às 16:54

Em meio à ocorrência de eventos climáticos extremos, empresas também precisam estar preparadas para situações de emergência. Segundo o especialista em segurança Giovanni Augusto Alves, o Plano de Atendimento à Emergência (PAI) estabelece como colaboradores devem agir diante de situações como destelhamentos, quedas de energia e outros desastres. O planejamento inclui a definição de rotas de fuga, que devem ser alternativas caso uma das saídas esteja bloqueada, além da preparação e do treinamento dos funcionários.


Durante a elaboração do PAI, também são definidas responsabilidades, como quem ficará encarregado de coordenar a saída das pessoas e quem fará o contato com serviços de emergência. Alves explicou que a Estima utiliza treinamentos a cada seis meses, embora essa periodicidade não seja uma exigência legal geral, segundo ele.


O especialista também destacou que o plano precisa ser atualizado quando houver alterações na estrutura da empresa, como ampliações ou mudanças de salas, que possam modificar as rotas de fuga. O treinamento pode incluir ainda orientações sobre o uso de extintores, considerando equipamentos de água, pó químico e CO₂.


De acordo com Alves, o PAI é específico e obrigatório em determinados tipos de empresas, especialmente aquelas com maior risco de explosão, como indústrias químicas e petroquímicas. Apesar disso, ele considera importante que empresas de diferentes portes tenham um plano de atendimento a emergências, mesmo quando não existe obrigatoriedade. A elaboração envolve avaliar as necessidades do local e indicar adaptações necessárias para aumentar a segurança de colaboradores, clientes e patrimônio.

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