Tarobá Cidade

Retinoblastoma: sinais podem ajudar no diagnóstico precoce

28 set 2026 às 17:09

Uma ação do Hospital do Câncer de Londrina orientou famílias sobre o retinoblastoma, um tumor infantil raro que se desenvolve na retina e pode atingir crianças de zero a cinco anos. Durante a iniciativa, foram distribuídos panfletos e profissionais ficaram disponíveis para esclarecer dúvidas sobre a doença. Segundo as informações apresentadas, o retinoblastoma não possui um fator de risco e, por ser um tumor maligno, pode provocar perda profunda da visão, cegueira e risco de morte quando não tratado.


Entre os principais sinais está a alteração do reflexo da pupila, conhecida como reflexo branco ou “olho de gato”, que pode ser percebida, por exemplo, em fotografias. Outros sinais citados são estrabismo, olho vermelho e inflamação. 


A orientação apresentada durante a campanha reforça ainda a importância das consultas oftalmológicas de rotina, que podem identificar alterações antes mesmo do surgimento dos sintomas. O tratamento depende do estágio da doença e pode envolver procedimentos locais e quimioterapia, com objetivos de preservar a visão e a vida da criança.


Segundo os profissionais ouvidos na ação, quanto mais precoce for o diagnóstico, maiores são as chances de preservação da visão. O tema ganhou maior visibilidade no Brasil após o diagnóstico de retinoblastoma da filha do jornalista Tiago Leifert, Lua, que passou a participar de campanhas de conscientização sobre a doença ao lado dos pais. A ação realizada em Londrina reforçou a importância da informação e da identificação precoce de sinais de câncer infantil.

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