Durante a entrevista, o veterinário explicou que algumas raças, como o bulldog, apresentam maior predisposição genética à doença, que pode começar a se desenvolver ainda no primeiro ano de vida. O tratamento depende da avaliação neurológica e dos exames de imagem, como tomografia e ressonância magnética. Nem todos os casos precisam de cirurgia: muitos podem ser tratados com repouso absoluto e medicamentos, conforme orientação veterinária. O especialista também reforçou a importância de procurar atendimento imediato assim que os primeiros sintomas aparecerem, já que a demora pode agravar a compressão da medula espinhal e comprometer a recuperação do animal.