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Dia do Cavalo: conheça as raças equinas que existem no Brasil

A maior população equina no Brasil é composta por cavalos da raça Quarto de Milha
13 set 2025 às 14:16
Por: Agroband
Cavalo chamado Fusaichi Pegasus foi o mais caro do mundo - Divulgação

Cavalos são tão fascinantes que possuem três datas para celebra-los: o dia internacional do cavalo é comemorado em 16 de março, já o dia nacional do cavalo, em 15 de agosto. Mas, desde o ano de 2003, o dia 14 de setembro é celebrado como o Dia do Cavalo no Rio Grande do Sul. 


O cavalo atravessa séculos ao lado da humanidade e foi essencial para o desenvolvimento das sociedades  e suas estrturas hierárquicas. Este animal se tornou símbolo cultural, com forte movimentação econômica dentro do agronegócio e protagonista de tradições que se espalham do campo às arenas esportivas. Não se sabe ao certo quando ocorreu a domesticação dos cavalos, mas, de acordo com um estudo da Universidade de Cambridge, os cavalos foram domesticados por humanos há cerca de 6 mil anos, em campos na Ucrânia, sudoeste da Rússia e oeste do Cazaquistão. 

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No Brasil, os cavalos fazem parte da história, do passado e presente. Já foram utilizados em guerras, transporte, economia e atualmente, lazer e esportes. Com um rebanho de 5,8 milhões de equinos, o Brasil ocupa a 4ª posição no ranking de países com maior rebanho no mundo, atrás apenas da China, do México e dos Estados Unidos. Esses números revelam não apenas a presença massiva dos cavalos no cotidiano rural e urbano, mas também a força de uma cadeia produtiva que movimenta R$ 30 bilhões por ano. A equinocultura é responsável por gerar muitos empregos no campo, envolvendo criadores, médicos veterinários, domadores, ferradores, atletas, transportadores e o turismo rural. 


Conheça as principais raças de cavalos que existem no Brasil e suas principais características

O cavalo é um mamífero quadrúpede, da família Equidae e do gênero Equus. Existem diversas raças de cavalo no mundo, como, por exemplo: crioula, pantaneira, mangalarga (um genuíno brasileiro criado a partir de cavalos da raça andaluz, alter e árabe), quarto-de-milha, puro-sangue-inglês, puro-sangue-lusitano, bretão, pampa (originário do Brasil), appaloosa, shire, dentre outros. 


Essas raças foram surgindo de acordo com o ambiente onde o animal vivia e também foram sendo desenvolvidas pelo homem, para satisfazer suas necessidades, como, por exemplo, acentuar determinada característica do animal, como força, velocidade, beleza e elegância. 

Quarto de Milha, cavalo de esportes equestres

A raça Quarto de Milha tem cerca de 648 mil registros ativos e é a raça mais numerosa do país. Símbolo dos esportes western como laço, tambor e vaquejada, também é amplamente utilizada no manejo de gado. 


O Mangalarga Marchador, por sua vez, carrega o selo da brasilidade: valorizado por sua marcha confortável, tornou-se ícone em cavalgadas, cavalgadas turísticas e exposições, representando cerca de 31% do rebanho equino nacional.


Já o Cavalo Crioulo, profundamente ligado à cultura gaúcha, é protagonista nas provas de resistência e em modalidades que resgatam a tradição campeira, sendo considerado um símbolo oficial do Rio Grande do Sul e um companheiro inseparável da história, do trabalho com o gado, da guerra e do lazer do povo gaúcho desde a colonização. 


Outras raças, como o Campolina e o Pampa, completam o mosaico da diversidade nacional, enquanto exemplares regionais – como o Cavalo Nordestino, o Lavradeiro de Roraima e o Puruca do Marajó – resistem como guardiões da memória cultural e pedem esforços de preservação. 


Cavalo Brasileiro de Hipsimo

De acordo com a Associação Brasileira de Criadores do Cavalo de Hipismo (ABCCH), atualmente existem 1806 animais desta raça registrados no Brasil. A raça é tão valorizada no mercado que um criador já investiu mais de R$ 500 mil em clones.A potra Magnólia Mystic Rose TN1 (Transferência Nuclear 1)nasceu em 8 de outubro de 2024 e foi registrada em junho deste ano na ABCCH. Ela é um clone de Magnólia Mystic Rose, mãe de Miss Blue, uma das duas éguas brasileiras que participaram da última Olimpíada em Paris.


A raça brasileira de hipismo foi desenvolvida em São Paulo, nos anos 1970, com o objetivo de produzir animais para fortalecer a modalidade esportiva no país, a fim de ganhar maior visibilidade nas principais competições do mundo. De acordo com a Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo de Hipismo (ABCCH), a raça é resultado de uma mistura de mais de 20 raças diferentes, com origens da Europa a América Latina: Anglo european, bavarian, bayern, friesian, hessen, sela argentina, sela belga, sela dinamarquesa, sela uruguaia, trackener, wurttenberg, zanguersheide e zwebrucken são algumas das raças que fizeram parte da sua formação.

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