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Mapa fortalece exportações agrícolas com recordes históricos e diversificação de mercados neste ano

Desde o início de 2023, o país acumula 286 mercados abertos em 62 nações
19 dez 2024 às 09:33
Por: Assessoria de Imprensa
Reprodução

Com resultados históricos, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI), com o apoio da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), encerra 2024 reafirmando a posição de destaque do Brasil no agronegócio global. Em um ritmo impressionante, a cada dois dias, um novo mercado foi conquistado para os produtos agropecuários brasileiros. Desde o início de 2023, o país acumula 286 mercados abertos em 62 nações, abrangendo os cinco continentes, diversificando tanto os produtos e quantos os destinos.


“Sob a liderança do ministro Carlos Fávaro, 2024 foi um ano histórico para o Mapa e para a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais. Em parceria com a Secretaria de Defesa Agropecuária, Ministério das Relações Exteriores, ApexBrasil, setor privado e toda a cadeia produtiva, trabalhamos intensamente para abrir novos mercados e ampliar oportunidades para produtores e exportadores brasileiros. Além de consolidarmos mercados tradicionais, avançamos na diversificação da pauta exportadora, com destaque para produtos de cadeias regionais, como castanhas, erva-mate e frutas, que agora chegam a novos destinos importantes. Mesmo em um cenário de preços internacionais desafiadores, entregaremos uma balança comercial recorde, reforçando o papel do Brasil no agronegócio global e na geopolítica da paz”, destacou Luís Rua, secretário de Comércio e Relações Internacionais.



AMPLIAÇÃO E DIVERSIFICAÇÃO DAS EXPORTAÇÕES


A diversificação da pauta exportadora foi um dos pilares desse avanço. Entre janeiro e outubro de 2024, o agronegócio registrou exportações de US$ 140 bilhões, um crescimento de 0,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. Nesse período, os setores que se destacaram foram: o complexo soja, com US$ 50,3 bilhões (35,9% do total exportado pelo agronegócio brasileiro); carnes, com US$ 21,4 bilhões (15,3%); o complexo sucroalcooleiro, com US$ 16,6 bilhões (11,9%); produtos florestais, com US$ 14,3 bilhões (10,2%); e café, com US$ 9,7 bilhões (7,0%). Juntos, esses cinco setores representaram 80,3% das vendas externas do agronegócio brasileiro.


Maior exportador de carne bovina do mundo, com quase 160 destinos, o Brasil tem alcançado novos marcos nesta gestão. De janeiro de 2023 até novembro deste ano, houve a abertura da exportação de carne bovina brasileira para o México e República Dominicana, além da inclusão de novos produtos para Singapura, República Dominicana, Japão, Peru, El Salvador, China, Chile e Israel; a ampliação de novos frigoríficos habilitados para a China e a formalização de pré-listing para Chile, Reino Unido, Singapura, Cuba, Filipinas e Egito.

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O Brasil também consolidou sua posição como líder global na produção e exportação de carne de frango, acessando atualmente mais de 150 mercados. Em 2024, importantes avanços foram alcançados, incluindo a ampliação de mercados no Reino Unido, Filipinas, Chile, Singapura e Cuba e a manutenção do 'Paquete contra la inflación y la carestia' (PACIC) no México. Paralelamente, gestões ágeis e coordenadas, envolvendo o Mapa, associações setoriais e adidos agrícolas, foram essenciais para reverter os impactos do caso de Doença de Newcastle, assegurando a reabertura de mercados internacionais e reforçando a confiança na sanidade dos produtos avícolas brasileiros.


Outros produtos do agronegócio brasileiro também se destacaram neste ano. Nos dez primeiros meses, a carne suína alcançou US$ 2,32 bilhões (+5%) e 978,34 mil toneladas (+8,6%). O algodão registrou recordes, com US$ 4 bilhões exportados e 2,12 milhões de toneladas, enquanto o suco de laranja somou US$ 2,60 bilhões. As exportações de bovinos vivos atingiram US$ 653 milhões, e o trigo alcançou volume recorde de 2,49 milhões de toneladas. No setor florestal, a celulose liderou com US$ 8,79 bilhões (+33,9%), seguida por madeira e suas obras (US$ 3,42 bilhões) e papel (US$ 2,09 bilhões). Esses resultados reforçam o papel estratégico de uma pauta diversificada, ampliando a competitividade e consolidando o Brasil como um dos principais fornecedores globais de produtos agropecuários.



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