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Médica admite erro em prescrição de adrenalina que levou à morte de criança de 6 anos em Manaus

Benício Xavier de Freitas sofreu seis paradas cardíacas após receber medicação por via intravenosa, quando o correto seria inalatória
30 nov 2025 às 09:19
Por: Band
Reprodução/Band

A médica Juliana Brasil dos Santos admitiu ter cometido um erro na prescrição de adrenalina que resultou na morte de Benício Xavier de Freitas, um menino de 6 anos, em um hospital de Manaus. A criança, que procurou o Hospital Santa Júlia com sintomas de tosse, recebeu a medicação por via intravenosa (EV), quando a indicação seria inalatória. Benício sofreu seis paradas cardíacas e não resistiu.


O prontuário registrado na unidade de saúde confirma a prescrição de adrenalina. O documento detalha a aplicação de 3 ml a cada 30 minutos, por três vezes, via intravenosa. Logo após a aplicação, Benício começou a passar mal e precisou ser levado à Unidade de Terapia Intensiva (UTI).


Troca de mensagens revela desespero e confissão de erro


A médica comunicou o ocorrido ao diretor de plantão por meio de troca de mensagens. Inicialmente, Juliana Brasil informou que prescreveu à criança a "inalação" com adrenalina, mas que a medicação teria acabado sendo aplicada por via "EV" (endovenosa). Ela relatou que o paciente está passando mal.


Na sequência, a médica se corrigiu e afirmou ter errado na prescrição. Em estado de "desespero", ela pediu ajuda e enviou uma foto do monitor cardíaco do menino. Logo depois, Juliana informou que o paciente não estava melhorando e nem respirando.

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Em um relatório, a médica admitiu o erro ao prescrever a adrenalina na veia. Ela argumenta que chegou a orientar a mãe da criança sobre a conduta de todas as medicações prescritas, e que a adrenalina seria por via inalatória. Juliana relata ter ficado surpresa com o fato de a equipe não ter confirmado a conduta.


A técnica de enfermagem responsável pela aplicação da medicação e a médica Juliana Brasil dos Santos prestaram depoimento nesta sexta-feira (28). A Polícia Civil havia solicitado a prisão da médica, mas ela conseguiu um habeas corpus e vai responder ao processo em liberdade. O caso segue em investigação, tratado como homicídio doloso qualificado.

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