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Professora é morta em trilha em SC após sair para aula; homem é preso

Homem teria confessado que estuprou e matou Catarina; ele teria dito à polícia que tinha ido usar drogas na trilha quando se deparou com a vítima
23 nov 2025 às 11:43
Por: UOL

Uma mulher de 31 anos foi encontrada morta na trilha da praia do Matadeiro, em Florianópolis. O suspeito do crime foi preso.


O que aconteceu

  • Catarina Kasten saiu de casa por volta das 7h da sexta para uma aula de natação e não voltou. O companheiro dela acionou a polícia para informar que ela não chegou ao local da aula.
  • Por volta das 13h, o corpo da mulher foi encontrado sem roupas e com sinais de violência por turistas. Segundo a Polícia Militar, Catarina estava em uma área de difícil acesso da trilha, no meio do mato.
  • Imagens de câmeras de segurança ajudaram a polícia a identificar o suspeito. Um dos vídeos gravados no caminho para a trilha mostra o homem escondido atrás de uma barraca. Outra imagem, feita por turistas que perceberam uma "atitude suspeita", mostra ele sem camisa saindo de uma área de mata.
  • Homem foi preso ainda na noite da sexta e, segundo a PM, confessou o crime. Ele foi encaminhado à Central de Plantão Policial de Trindade e o caso está a cargo da Delegacia de Homicídios.
  • Homem teria confessado que estuprou e matou Catarina. Ele teria dito à polícia que tinha ido usar drogas na trilha quando se deparou com a vítima. Após os crimes, fugiu.
  • Catarina era professora de inglês e aluna de um curso de pós-graduação na UFSC. A instituição lamentou a morte, afirmou que o caso causou indignação e disse que "tais ocorrências não podem ser naturalizadas".
  • Familiares e amigos fizeram uma manifestação em homenagem à professora ontem na Igreja da Armação, próxima à trilha. Eles também pediram mais segurança para mulheres na cidade.
  • Identidade do homem preso não foi divulgada pela polícia.

Em caso de violência, denuncie
Ao presenciar um episódio de agressão contra mulheres, ligue para 190 e denuncie.

Casos de violência doméstica são, na maior parte das vezes, cometidos por parceiros ou ex-companheiros das mulheres, mas a Lei Maria da Penha também pode ser aplicada em agressões cometidas por familiares.

Também é possível realizar denúncias pelo número 180 — Central de Atendimento à Mulher — e do Disque 100, que apura violações aos direitos humanos.


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