A Câmara Municipal de Londrina finaliza, no dia 3 de março, o chamamento público para a locação de uma sede provisória para a realização dos trabalhos durante as reformas da Casa. O edital é direcionado ao mercado imobiliário e possui diversas exigências.
Preferencialmente, o prédio deve ter localização próxima ao atual endereço no Centro Cívico ou na área central da cidade. A área deve ter a partir de 1.700 metros quadrados. Deve ter pelo menos 55 salas e 90 vagas de estacionamento, além de um auditório para no mínimo 60 pessoas.
O chamamento também exige rampa de acesso ou elevador para pessoas com dificuldade de locomoção para garantir acessibilidade. A Câmara deverá funcionar no imóvel por dois anos, que é a previsão de duração da obra, após o início.
Os vereadores chegaram a visitar prédios públicos no ano passado, mas afirmaram que não encontraram nenhum adequado às necessidades.
A reforma está orçada em R$ 16 milhões e a Câmara tem mais de 14 milhões depositados em um fundo especial. A licitação será feita pela Prefeitura de Londrina.
A intervenção está sendo esperada desde 2012, quando infiltrações e problemas estruturais, começaram a surgir tanto pelo lado de dentro, como pela parte de fora. Atualmente as rachaduras estão nas paredes, no teto e até no chão.
A fiação elétrica antiga é outro problema e não suporta o uso de equipamentos de ar condicionado mais potentes. Parte das galerias superiores, que ficam em volta do plenário, foi interditada pelo Corpo de Bombeiros em 2018, por falta de segurança e permanecem com o acesso bloqueado até hoje.
O prédio da Câmara de Vereadores de Londrina é da década de 1970. O projeto pretende manter as características originais.