Foi lançada oficialmente em Cascavel a Fraternidade Policial, uma associação criada por representantes das forças de segurança pública e entidades parceiras. A iniciativa nasceu com o objetivo de oferecer apoio a policiais e familiares em momentos difíceis.
A criação da entidade foi motivada pela morte do policial militar Ariel Rubenich, que deixou esposa e dois filhos pequenos, de seis meses e quatro anos. O caso gerou comoção e levantou um questionamento: quando o policial é vítima da violência, quem ampara a família?
A Fraternidade Policial surge para preencher essa necessidade. A associação é sem fins lucrativos e vai oferecer assistência jurídica, psicológica e financeira, além de apoio na comunicação de casos que envolvam policiais vitimados.
Segundo os organizadores, a ideia é dar suporte não apenas ao profissional, mas também à família, que muitas vezes também sofre as consequências da violência.
A primeira ação da entidade foi a arrecadação de recursos para garantir a formação acadêmica dos filhos do soldado Ariel. A proposta é ampliar o apoio e criar uma rede de solidariedade permanente para atender policiais e familiares em todo o município e região.