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Grupo Ceres Investimentos inaugura unidade em Londrina

Com sede em Uberaba e unidades em 5 estados, GCI leva crédito, seguros e trading ao agro do Norte do Paraná
30 jul 2026 às 14:55
Por: Assessoria de Imprensa
Divulgação

Grupo Ceres Investimentos (GCI) inaugura, no dia 30 de julho, sua nova unidade em Londrina, mais uma etapa do plano de expansão de uma gestora que, em menos de uma década, saiu de R$ 75 milhões para mais de R$ 7,9 bilhões sob gestão. A chegada ao Norte do Paraná não é uma entrada em mercado desconhecido, a companhia já mantinha relacionamento comercial com centenas de produtores e empresas da região, e o novo escritório físico amplia esse trabalho com atendimento local e mais próximo do cliente.


Com sede em Uberaba (MG) e unidades já em funcionamento em outros quatro estados, o GCI se posiciona como um hub financeiro completo para quem vive do agronegócio, reunindo, sob o mesmo grupo, crédito estruturado, seguros, trading, mercado de capitais e gestão de investimentos.


Um ecossistema financeiro dedicado ao agro A origem da empresa remonta à experiência prática de seus fundadores, que atuaram diretamente com crédito e mercado de capitais voltados ao agronegócio a partir de 2016. Esse conhecimento se consolidou em 2019, na criação da Ceres Investimentos, inicialmente como consultoria e estruturadora de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), um dos principais instrumentos de captação do setor.


A partir daí, o grupo ampliou sua atuação ano após ano: criou uma securitizadora própria, desenvolveu um sistema de gestão proprietário, o Minerva, entrou em novos segmentos como seguros e trading, e passou a atender desde grandes agroindústrias até produtores de médio porte. Hoje, o GCI se define como um verdadeiro hub do agro, onde o cliente não precisa recorrer a diferentes instituições para cada etapa da operação (uma para crédito, outra para seguro, outra para comercialização), encontra tudo dentro do mesmo grupo, com times que já entendem a sazonalidade e as particularidades de cada cultura.


Os quatro pilares que sustentam a operação Toda a atuação do GCI é organizada em torno de uma gestão de risco estruturada em quatro frentes, que funcionam de forma integrada para dar segurança às operações do grupo e de seus clientes:

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  • Crédito — elaboração de book de crédito, análise econômico-financeira detalhada e acompanhamento constante da carteira, para que cada operação seja desenhada de acordo com o perfil real do cliente.

  • Jurídico — validação documental completa e análise de risco processual antes da formalização de qualquer operação.

  • Mercado — leitura contínua do agronegócio nacional e internacional, com modelos preditivos e análises regionais que orientam decisões de crédito, comercialização e proteção de preço.

  • Operações — sustentadas pelo sistema proprietário Minerva, que dá eficiência e rastreabilidade a toda a cadeia de gestão do grupo.


Essa estrutura é reforçada por tecnologia aplicada diretamente ao campo, com monitoramento de lavouras por imagem de satélite e acompanhamento de operações de confinamento por câmeras e drones, ferramentas que ajudam a antecipar riscos antes que eles se tornem prejuízo.


Um crescimento que chama atenção do mercado Os números do GCI explicam por que o grupo tem ganhado espaço no radar de quem acompanha o crédito para o agronegócio no Brasil:


  • Mais de R$ 7,9 bilhões sob gestão — saltando de R$ 75 milhões em menos de uma década.

  • Mais de R$ 2,9 bilhões em operações estruturadas.

  • Mais de 60 mil sacados atendidos ao longo da operação.

  • Cerca de R$ 3 bilhões em VGV (Valor Geral de Vendas) em obras, por meio da vertical imobiliária do grupo.

  • Mais de 1.400 clientes na conta, entre pessoa física e jurídica.


Esse crescimento ganhou ainda mais força com a entrada do BTG Pactual como sócio estratégico: o banco pode deter até 49,9% do capital do GCI, uma parceria que combina a capilaridade regional e o conhecimento de campo que o grupo já tinha com a solidez, o funding e a capacidade de acesso a mercado de um dos maiores bancos de investimento do país. Na prática, isso significa mais lastro para o GCI estruturar operações maiores e mais sofisticadas para seus clientes, e mesmo assim com proximidade regional que é a marca registrada do grupo.


Por que Londrina A escolha da cidade não foi por acaso. O Norte do Paraná é um dos polos agrícolas mais relevantes do país. Segundo estudo do [Agro Valley — link para matéria ou site do estudo], governança de inovação do agronegócio de Londrina conduzida pela UTFPR, a região gera mais de 35 mil empregos formais no setor e respondeu por US$ 2,4 bilhões em exportações em 2023, o equivalente a 10% de tudo o que o Paraná exportou naquele ano, com destaque para soja, açúcar, milho e café.


O próprio mapeamento comercial do Grupo Ceres Investimentos mostra esse potencial. Em um raio de até 250 km de Londrina, o grupo já identificou:


  • 264 municípios na área de atuação;

  • cerca de 127,6 mil propriedades rurais mapeadas;

  • mais de 14,9 mil dessas propriedades classificadas como grandes ou muito grandes, uma base que vai do pequeno produtor à grande agroindústria.


Além do tamanho do mercado, a posição geográfica de Londrina foi decisiva para a decisão do grupo: a cidade funciona como um ponto estratégico para acompanhar de perto o Paraná e, ao mesmo tempo, ficar próxima de Mato Grosso do Sul e do Rio Grande do Sul, dois outros mercados relevantes para a operação do GCI.


"Londrina não é só mais um ponto no mapa. É uma região que já demonstrava relacionamento com o GCI e que tem um dos agros mais fortes e diversificados do país. Faz todo sentido estarmos fisicamente aqui, próximos de quem produz", afirma Diogo Ruas Santos, diretor de marketing estratégico, inteligência de mercado e dados do Grupo Ceres.


O que muda na prática para o produtor e as empresas da região Com a unidade física em Londrina, o atendimento do GCI passa a contar com equipe comercial local para conduzir, entre outras frentes:


  • Antecipação de recebíveis de safra, voltada tanto para empresas com faturamento acima de R$ 100 milhões por ano quanto para operações menores, a partir de R$ 10 milhões — um recorte de mercado que muitos financiadores tradicionais não atendem de forma customizada.

  • Trading de grãos, com estruturas de armazenagem, preço travado e escoamento da produção, incluindo operações de barter, em que a própria commodity funciona como moeda de troca.

  • Seguros, com destaque para o seguro paramétrico — modalidade em que a indenização é acionada automaticamente a partir de um índice pré-definido, como volume de chuva, sem depender de perícia em campo, o que reduz significativamente o tempo de resposta ao produtor.

  • Inteligência de mercado, com monitoramento de cenários de risco cambial, geopolítico e climático, repassado diretamente aos clientes para apoiar decisões de comercialização e proteção de preço.

  • Produtos complementares, como câmbio, derivativos e gestão de caixa, integrados às demais soluções do grupo.


Parte de um plano nacional de expansão Londrina se soma a um movimento maior de crescimento do GCI pelo Brasil. O grupo já opera fisicamente em:


  • Uberaba (MG) — sede do grupo;

  • São Paulo (SP);

  • Goiânia (GO);

  • Luís Eduardo Magalhães (BA);

  • Sinop (MT);

  • e agora Londrina (PR)


  • A expansão integra um plano estratégico que mapeou 12 praças estratégicas do agronegócio brasileiro, as chamadas "capitais do agro", para regionalizar o atendimento do grupo, com Ribeirão Preto (SP) já definida como a próxima unidade a ser inaugurada.


Entenda: o que é o seguro paramétrico Entre as soluções do GCI, o seguro paramétrico costuma gerar dúvida, e vale uma explicação rápida. No seguro agrícola tradicional, a indenização depende de perícia em campo após o sinistro, um processo que costuma levar meses até o produtor receber. No modelo paramétrico, a lógica é outra: a cobertura é vinculada a um índice objetivo, previamente definido, o volume de chuva registrado em uma estação meteorológica de referência, por exemplo. Se o índice ultrapassa (ou fica abaixo) do parâmetro contratado, a indenização é acionada automaticamente, sem necessidade de vistoria. O produtor pode inclusive escolher a cobertura de acordo com o risco que mais preocupa sua operação naquela safra, excesso ou falta de chuva, por exemplo, tornando o produto mais aderente à realidade de cada lavoura.


Perguntas frequentes sobre o Grupo Ceres Investimentos Quem pode ser cliente do GCI? Desde produtores rurais e agroindústrias de médio porte, com faturamento a partir de R$ 10 milhões por ano, até grandes cooperativas, tradings e empresas do agronegócio com faturamento acima de R$ 100 milhões. O grupo estrutura operações sob medida para cada perfil, em vez de aplicar um único modelo de crédito.


O GCI atua só com crédito? Não. Além da antecipação de recebíveis e do crédito estruturado, o grupo atua com trading de grãos, seguros (incluindo o paramétrico), mercado de capitais, gestão de investimentos e inteligência de mercado — um ecossistema pensado para acompanhar o cliente em diferentes momentos da operação, não apenas no financiamento.


Por que o GCI abriu unidade física em Londrina? Porque a região já fazia parte da carteira comercial do grupo, tem um dos agronegócios mais relevantes do país e ocupa uma posição estratégica para atender também Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul. A proximidade física com o cliente é um dos pilares da estratégia de expansão do GCI pelo Brasil.


Como funciona a parceria com o BTG Pactual? O BTG Pactual pode deter até 49,9% do capital do GCI, em uma parceria que soma a solidez, o funding e a capacidade de acesso a mercado do banco à capilaridade regional e ao conhecimento de campo que o grupo já construiu ao longo de sete anos de atuação no agronegócio.


Onde mais o GCI tem unidades além de Londrina? Em Uberaba (MG, sede), São Paulo (SP), Goiânia (GO), Luís Eduardo Magalhães (BA) e Sinop (MT), com Ribeirão Preto (SP) já confirmada como a próxima cidade a receber uma unidade física.


O próximo capítulo do agro começa perto de quem produz Para o GCI, a lógica é sempre a mesma: ir até onde o agro acontece. Com escritório físico, equipe comercial local e um ecossistema que reúne crédito, seguros, trading e investimentos em um só lugar, o grupo aposta que a proximidade com o produtor e com as grandes empresas do setor é o que vai sustentar o próximo ciclo de crescimento — tanto do GCI quanto do agronegócio do Norte do Paraná.


Quer saber mais sobre as soluções do Grupo Ceres Investimentos para o seu negócio? Acesse o site https://grupogci.com.br/ Rua João Wyclif, 500 salas 13 e 14 – Gleba Palhano

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