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MPPR deflagra operações contra organização criminosa que aplicava golpes bancários

05 nov 2025 às 09:27
Por: Portal Tarobá
Foto: MPPR

O Ministério Público do Paraná, por meio do Gaeco de Ponta Grossa, deflagrou as operações “A Rede”, “Muralha de Areia” e “Vértice” entre os dias 4 e 5 de novembro. A ação, que contou com apoio da Polícia Científica e dos Ministérios Públicos do Rio de Janeiro e do Ceará, investiga uma organização criminosa de atuação nacional envolvida em fraudes bancárias, estelionato eletrônico, lavagem de dinheiro, corrupção e tráfico de drogas.


Foram cumpridos 63 mandados de busca e apreensão, 38 ordens de sequestro de valores e ativos financeiros, bloqueio de 11 veículos e sequestro judicial de seis imóveis, com autorizações da 3ª Vara Criminal de Ponta Grossa. As medidas ocorreram em cidades do Paraná, Ceará, Rio de Janeiro e São Paulo.


As investigações começaram em fevereiro, após denúncia anônima, e revelaram a existência de uma falsa central telefônica sediada em Ponta Grossa, responsável por aplicar golpes bancários de grande porte. O grupo usava técnicas de engenharia social para obter dados sensíveis das vítimas, permitindo invasões de contas e transferências fraudulentas. Em um dos casos, uma empresa paulista teve R$ 564 mil furtados; em outro, uma tentativa de golpe de R$ 5 milhões foi frustrada pela ação de um gerente bancário.


O dinheiro obtido era lavado por meio de uma complexa rede de contas bancárias e empresas de fachada registradas em diversos estados, incluindo uma que se apresentava como comércio de artigos de pesca. A partir dessas descobertas, surgiram outras duas frentes de investigação: “Muralha de Areia” e “Vértice”.


A operação “Muralha de Areia” apura um esquema de corrupção envolvendo agentes públicos e detentos da Unidade de Progressão de Ponta Grossa, onde presos teriam obtido benefícios indevidos, como o uso de celulares e saídas não autorizadas. Já a “Vértice” identificou o envolvimento de parte dos investigados com o tráfico de drogas e lavagem de dinheiro por meio de empresas ligadas a fornecedores da região de fronteira com o Paraguai. Uma dessas empresas movimentou mais de R$ 43 milhões apenas em 2025.

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