O Grupo Tarobá de Comunicação tem acompanhado toda a discussão relacionada ao novo contrato do lixo, que envolve o município e os coletores das cooperativas que atuam nos ecopontos. Depois de muita polêmica, hoje o diálogo foi retomado.
Nos Ecopontos a situação é crítica. No bairro Melissa, encontramos máquinas paradas, por falta de material. A maior parte do material deveria ser coletado pela empresa que presta o serviço de limpeza pública ao município, mas o resultado deixa a desejar.
Uma grande verdade é que o cascavelense não se conscientizou sobre a necessidade de separação do lixo. Segundo a Secretaria de Meio Ambiente, o que chega para a triagem mas cooperativas é menos de 2% do material reciclável gerado pelos cascavelenses. Somado aos atravessadores, o volume total é de 6%.
O novo contrato da limpeza urbana está em discussão. Na Audiência Pública, no final do ano, o clima esquentou. Os cooperados querem ser incluído no novo modelo de concessão, para poder trabalhar na coleta, ampliar o volume e a renda. Hoje a pauta foi retomada, o diálogo foi reaberto. Na roda, o planejamento para o futuro.
De acordo com o cadastro único do município, Cerca de mil pessoas declaram ser coletoras de materiais Recicláveis. 110 estão nas cooperativas e 890 no mercado informal.
Veja mais detalhes na reportagem de Fernanda Toigo, exibida no Jornal Tarobá 1ª Edição.