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Série documental “Cientistas Brasileiros” estreia nesta quinta-feira

25 mai 2023 às 10:18
Por: Assessoria de Imprensa
Foto: Divulgação

Nesta quinta-feira (5), estreia no canal Curta! a série documental Cientistas Brasileiros. O programa aborda a história de cinco cientistas brasileiros de renome, que trouxeram grandes contribuições para a pesquisa e ciência brasileira e mundial. O primeiro episódio será transmitido quinta-feira (25), às 23h, e é dedicado a contar a biografia de Bartolomeu de Gusmão. Os quatro demais capítulos abordarão, nessa ordem, as trajetórias de Oswaldo Cruz, Nise da Silveira, Marcelo Gleiser e Rosaly Lopes.


A série foi produzida pela Kinopus Audiovisual, e teve apoio da Prefeitura de Londrina, por meio do Núcleo de Produção Digital (NPD) da Secretaria Municipal de Cultura. A primeira temporada contou com patrocínio do Governo Federal, Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e Agência Nacional do Cinema (Ancine).


O idealizador e diretor da série de TV, Rodrigo Grota, contou que a ideia para desbravar a biografia dos cientistas brasileiros surgiu em 2016, durante a produção de “Brincando com a Ciência”, seriado de divulgação científica voltado ao público infantil. “Achei muito interessante os temas que estávamos estudando, e nesse momento pensei em termos uma série voltada para a história da ciência no Brasil, que contasse sobre os nossos cientistas, pois a gente não conhece tanto a trajetória deles”, lembrou.


O projeto foi elaborado com a proposta de detalhar, em cinco episódios, cinco cientistas brasileiros, sendo dois deles do período contemporâneo. Em 2019, após aprovação junto ao Curta! e a projetos de fomento cultural, a série obteve recursos financeiros que viabilizaram o início das filmagens. “Em 2019 fizemos dois episódios, rodados nos Estados Unidos com o Marcelo Gleiser e com a Rosaly Lopes, uma vulcanologista interplanetária que atua na NASA há mais de trinta anos. Em 2020, íamos continuar com a produção dos outros três episódios, mas veio a pandemia e a gente só pôde retomar as filmagens mesmo em 2022. Então, ao todo, a ideia surgiu em 2016, mas o projeto chega agora na TV, sete anos depois”, detalhou o diretor.


Sobre a escolha dos personagens que se destacam entre os nomes da ciência nacional, Grota contou que optou por Bartolomeu de Gusmão, inventor da passarola, como sendo o primeiro grande nome relacionado à ciência no Brasil. Nascido na cidade de Santos em 1685, ele apresentou à corte portuguesa no ano de 1709 o primeiro objeto registrado na história a deslizar no ar, sem nenhum suporte. A passarola é considerada como uma precursora do balão, e foi apenas uma de suas diversas descobertas.

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O próximo episódio trará Oswaldo Cruz, médico sanitarista que se destacou na erradicação de epidemias que assolavam o país no final do século XIX, a peste bubônica e a febre amarela. Fundou em 1900 o instituto que leva seu nome, e que até hoje segue como polo de produção de vacinas para todo país.


A primeira mulher a ser retratada na série será Nise da Silveira, médica psiquiatra que revolucionou o tratamento de doenças mentais, aplicando um método humanizado que iam de encontro a práticas prevalentes e comuns na época, como o eletrochoque. “E ela teve uma espécie de reconhecimento em vida tão grande, que o próprio Carl Jung, que era uma das figuras que a inspirou, chegou a dizer que o que ele fez na teoria, ela conseguiu fazer na prática”, comentou Grota.


Chegando aos anos atuais, a série trará dois cientistas brasileiros que, atualmente, estão atuando nos Estados Unidos – Marcelo Gleiser e Rosely Lopes. “O Marcelo Gleiser foi um dos primeiros nomes que vi quando lia jornal na adolescência. Ele tinha uma coluna na Folha de S.Paulo e participava de programas de TV, sempre difundindo ciência e publicando livros. Acho interessante essa postura, ao mesmo tempo alguém que é teórico, pesquisador e também divulgador da ciência”, detalhou o diretor.


Finalizando a primeira temporada, o último episódio contará mais sobre a brasileira que está na NASA desde 1989, Rosaly Lopes. A astrônoma, nascida no Rio de Janeiro, já foi agraciada pela Divisão de Ciências Planetárias da Sociedade Astronômica Americana (American Astronomy Society) com a medalha Carl Sagan. “É fantástica a trajetória da Rosely. Ela começa na Inglaterra, quando se graduou lá nos anos 70, depois fez mestrado e doutorado. Foi para os Estados Unidos e chegou na NASA no começo dos anos noventa. Depois passou a coordenar uma série de missões espaciais muito importantes, e está lá até hoje.


 Ela é um dos grandes nomes da ciência astronômica nos Estados Unidos, e é brasileira; edita revistas, publica livros, viaja o mundo inteiro, é realmente um fenômeno”, completou Grota.


A série ainda não tem previsão de lançar uma nova temporada; no entanto, alguns nomes já foram discutidos para uma futura leva de episódios. “Queremos retomar sim, porque já temos alguns nomes que estamos pensando para a segunda temporada, e a gente quer cada vez mais incluir essa questão da diversidade na trajetória do cientista. Até porque, um dos objetivos da série é mostrar para todas as pessoas que é possível sim estudar ciência, ter acesso a conhecimento de ponta, se destacar internacionalmente, e produzir conhecimento que seja relevante para a sociedade em qualquer lugar do Brasil. Quando começamos a pensar o projeto, o público-alvo era todas as pessoas interessadas em ciência, mas, preferencialmente, chegar até as pessoas mais novas, que gostam de ciências, porém ainda não sabem se vão seguir essa área. Queremos que a série seja um impulso nessa escolha”, afirmou o diretor e idealizador do projeto.


Os episódios do seriado documental também podem ser conferidos pelo canal de transmissão on-line Tamanduá, mediante assinatura, com acesso nacional e internacional. “Agora a série ganha o mundo, vai chegar ao público, e a gente está muito feliz com esse trabalho. Depois de sete anos de pesquisa, de estudos, contatos com entrevistados; agora, finalmente, a série vai estrear”, comemorou Grota.

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