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Ciência e saúde

Pacientes da Ala Covid-19 recebem “Comidinha Afetiva” escolhida por familiares

27 jul 2020 às 13:25
Por: Redação Tarobá News

A comidinha caseira preferida muitas vezes nos faz sentirmos em casa, nos lembrarmos da família, das pessoas que nos amam ou até mesmo de quem a prepara. Pode ser caseira, no simples café da manhã, ou até mesmo mais elaborada no almoço e jantar. O importante, além de dar água na boca, é lembrar dos momentos bons. No Hospital Universitário do Oeste do Paraná (Huop), os pacientes internados na Ala Covid-19 recebem essa comida caseira predileta, que é escolhida pela família. A intenção é fazer com que o paciente se sinta bem, lembre da família, e o carinho também é complementado com uma mensagem de força e desejo de uma boa recuperação. “Perguntamos para a família o que os pacientes mais gostam, e deixamos livre para que escolham, ou no café da manhã, almoço, lanche da tarde ou janta. Quando a dieta é liberada, até batata frita é servida. Mas se tiver alguma dieta, realizamos a adaptação”, explica a nutricionista e chefe do SND (Serviço de Nutrição e Dietética), Talita Cristina da Rosa.

Os pratos ganharam além da mensagem dos familiares, também o nome de “Comidinha Afetiva”. Durante a semana, a cozinha do SND surpreende com comidas que vão desde hambúrguer até salada de frutas. Mas o tempero é único, é o carinho adicionado pela equipe, que faz a diferença. “Tenho prazer de levar a eles um sabor diferente. Já fiquei internada e sei a importância de estar recebendo isso. Para nós muitas vezes é algo simples, mas para eles faz muita diferença”, comenta a cozinheira, Lisa Goes.

Os pacientes da Ala Covid-19 não recebem visitas presenciais para evitar o contágio do vírus. As conversas são apenas virtuais, em um momento em que eles aproveitam para agradecer. “A ideia é aproximar, trazer mais afeto, tendo o nome da família no cartão e sendo escolhida por eles. É uma lembrança de que a família está esperando pelo paciente, e tem esse carinho mesmo não estando perto agora”, diz a nutricionista Claudia Regina Felicetti. “Eles sentem bem mais felizes já que não recebem as visitas”, complementa Talita.

Assessoria 

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