Se já está difícil para a população em geral embarcar nos novos ônibus, imagina para cadeirantes e pessoas que tem alguma dificuldade de locomoção. Tadeu sofreu um acidente de trabalho e usa cadeira de rodas há 9 anos. Desde então é com transporte coletivo que ele vai para as sessões de fisioterapia. Mas ontem (18), quando viu como o novo sistema estava funcionando, desistiu de pegar ônibus.
A sorte é que para voltar para casa, no bairro Parque Verde, ele pega um ônibus que ainda é do modelo antigo. Os mesmos problemas foram identificados por outros cadeirantes.
Marins de Oliveira precisou aguardar todo mundo para poder subir com mais segurança e com apoio da esposa e da fiscal da Cettrans. Além disso, pessoas que usam muleta como o Pedro também sofrem para embarcar em qualquer modelo de ônibus.
Confira a reportagem de Marcele Antonio