A 2ª Vara do Tribunal do Júri de Curitiba aceitou o pedido do Ministério Público do Paraná (MP-PR) e concedeu liberdade para os dois motoristas envolvidos no atropelamento que matou a jovem Caroline Beatriz Olímpio, de 19 anos. No pedido de liberdade, o MP-PR lembrou que estamos em meio a uma pandemia de coronavírus, sem saber o impacto que isso causará no sistema prisional. A denúncia, porém, foi aceita e ambos passam a ser réus e podem ser levados a júri pelo atropelamento.
Para o juiz Daniel Surdi de Avelar, na decisão que foi publicada na tarde desta terça-feira (24), ambos os denunciados “não são pessoas perigosas, nunca foram presos ou processados, são possuidores de endereço fixo e certo, exercem atividade lícita e de certa forma colaboraram com a justiça, já que um deles (Fernando) permaneceu no local após os fatos e o outro (Nicholas) se apresentou espontaneamente á Autoridade Policial, horas depois dos fatos, na Delegacia de Delitos de Trânsito”.
Caroline estudava Arquitetura e Urbanismo na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). Ela estava voltando da faculdade depois de tentar tirar um xerox quando foi atropelada por Fernando Rocha Fabiane, que dirigia um veículo UP TSI, vindo a morrer na hora. Testemunhas disseram que ele e Nicholas Henrique Castro estavam praticando um racha.
O atropelamento aconteceu em frente à Universidade Positivo, na Rua Pedro Viriato Parigot de Souza.
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