Um homem em Foz do Iguaçu está há quase 7 anos à espera de uma cirurgia no ombro pelo SUS.
A espera do Lindolfo Specart, começou em setembro de 2012. Quando soube que a solução do problema no ombro era cirúrgica, mal sabia ele, que tanto tempo depois, não teria nada resolvido. Hoje, ele já tem inclusive problemas no ombro esquerdo, mas antes de dar entrada em um novo pedido, precisa da cirurgia no ombro direito. Ele era o terceiro da fila da cirurgia, Mas depois de alguns meses sem ser chamado para o procedimento, percebeu algo estranho.
Sem poder trabalhar, ele fica refém do sistema público de saúde e sonha em poder voltar.
O caso do Lindolfo não é o único na cidade. A estimativa é de que a fila de espera para cirurgias eletivas, aquelas que não são consideradas urgentes, tenha hoje 6 mil pessoas. A promessa do poder público é de agilizar os processos e buscar maneiras de atender toda a população em breve.
Confira a reportagem de Diego Canci